– Morte de Décio
abr
Caso aconteceu no dia 12 de janeiro na Vila Maranhão, zona rural de São Luís. Grupo criminoso tentou matar Félix da Silva Mendes Filho, conhecido como “Felinho”, trocou tiros e acabou mantando o filho dele, Marcelo Mendes Martins.
José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, está foragido. Contra ele existe um mandado de prisão em aberto expedido no último dia no dia 5 de abril pela juíza Maria da Conceição Privado Rêgo, da Central de Inquéritos e Custódia de São Luís.
Bolinha é acusado de mandar assassinar no dia 12 de janeiro, no “Rancho Félix”, localizado na Vila Maranhão, zona rural de São Luís, o empresário Félix da Silva Mendes Filho, conhecido como “Felinho”, porém, durante a execução do crime houve troca de tiros que acabou resultando na morte de Marcelo Mendes Martins – filho do alvo.
De forma que Júnior Bolinha é acusado de participação de homicídio contra o filho [Marcelo] e tentativa de homicídio contra o pai [Felix]. De acordo com a polícia, o motivo do crime é em virtude de disputa por uma máquina motoniveladora.
O vídeo do crime (assista acima) o qual o Blog do Domingos Costa teve acesso, mostra detalhes da troca tiros. Um grupo chega num carro, atira e recebe disparados de arma de fogo de volta.
– Participação de Gilbson Júnior
De acordo com a polícia, para praticar o crime, Júnior Bolinha contratou Gilbson César Soares Cutrim Júnior – assassino do empresário João Bosco Sobrinho Pereira Oliveira, crime ocorrido no dia 19 de agosto de 2022, na portaria do Edifício Tech Office, no bairro Ponta d’Areia em São Luís.
Bolinha cedeu a Gilbson Júnior um dos carros utilizado no crime contra “Felinho” e seu filho Marcelo Mendes. No homicídio e na tentativa, Gilbson Júnior contou com participação de mais cinco homens – todos também tiveram mandado de prisão expedido pela Justiça por esse caso.
A investigação diz que Gilbson Júnior estava no veículo cedido por Júnior Bolinha quando chegou no “Rancho Félix” e trocou disparos de arma de fogo com “Felinho”.
Júnior Bolinha é acusado do mesmo tipo crime contra o jornalista Aldenísio Décio Leite de Sá, o “Décio Sá”, ocorrido em 23 de abril de 2012, na Avenida Litorânea, na orla marítima da capital. Bolinha foi o intermediário para contração do pistoleiro Jhonatan, que tirou a vida de Décio.









