Já consta no Diário Oficial o nome de Flávia Alves Maciel, irmã de Othelino Neto, que agora, comandará o IBAMA no MA.
Foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, dia 21, a nomeação de Flávia Alves Maciel como nova superintendente do Ibama(Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) no Maranhão.
A nomeação foi assinada pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
Irmã do deputado Othelino Neto, Flávia Alves é filiada ao PCdoB e suplente de deputada federal. Flávia é aliada do ministro da Justiça, Flávio Dino.
O PCdoB já havia emplacado Glinoel Garreto no cargo de Superintendente Estadual do Ministério da Saúde no Maranhão.
Duarte Júnior denúncia falta de professores em escola no Coroadinho
Durante a sessão solene realizada na Câmara Federal desta quarta-feira (21), o deputado federal Duarte Júnior (PSB/MA) fez uma denúncia alarmante sobre a falta de professores na escola Unidade de Ensino Básico Professor Rubem Almeida, no bairro Coroadinho.
Segundo o parlamentar, a ausência de docentes nessa escola tem causado impactos negativos na qualidade da educação oferecida aos alunos.
Ele foi pessoalmente à unidade de ensino e testemunhou o descaso por parte da Prefeitura de São Luís. Segundo apurou, a escola está sem professores nas disciplinas de História, Língua Portuguesa, Ciências e Artes desde o início do ano letivo.
Essa falta de investimentos na educação é motivo de preocupação para o deputado, pois, de acordo com ele, compromete o ensino daqueles que representam o futuro do país. “É lamentável que até hoje os alunos estejam sem aulas nessas disciplinas. Já estamos no período de férias. O ensino dos alunos já está totalmente comprometido”, afirmou Duarte.
Diante dessa realidade preocupante, Duarte ressaltou a urgência de soluções por parte da Prefeitura que tem a responsabilidade de gerir a educação. Ele destacou a falta de comprometimento do atual prefeito Eduardo Braide (PSD), com a educação das crianças e jovens de São Luís. O deputado enfatizou a necessidade de a prefeitura garantir a contratação de mais professores qualificados para suprir essa carência na escola e atender à demanda das escolas públicas.
Para ele, a educação precisa ser uma prioridade no governo municipal. “Já deu para perceber que Braide não tem responsabilidade com a educação em nossa cidade. A sua falta de compromisso vai gerar sérios problemas para todos”, disse o deputado.
A denúncia feita pelo deputado Duarte Júnior busca sensibilizar as autoridades competentes e estimular a procura por soluções efetivas para essa situação preocupante na escola Ueb Professor Rubem Almeida. “Já oficiei o Ministério Público e a Secretária Municipal de São Luís (SEMED) para que seja esclarecida, em caráter de urgência, essa situação. Não vou deixar que as crianças e os jovens paguem pela leviandade do prefeito”, afirmou Duarte.
Em fala dura contra o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, o vereador Paulo Victor comparou o administrador municipal a um fruto verde, que não teria sido colhido no tempo certo pela população da capital maranhense, quando o elegeu na disputa eleitoral de 2020.
O presidente da Câmara Municipal iniciou sua analogia citando trecho de uma poesia do escritor francês Voltaire, que diz que “As verdades são frutos que apenas devem ser colhidos quando bem maduros”. Após a citação, Paulo Victor complementou seu raciocínio:
“O prefeito Eduardo Braide foi colhido de forma prematura pela cidade de São Luís. Ele foi colhido ‘bem verdinho’. O Eduardo Braide é devagar. ‘Braidevagar’. Ele faz uma política retrógrada, uma política do consumismo, do toma lá dá cá”, afirmou o parlamentar.
O vídeo com a fala em questão já está circulando em redes sociais e grupos de WhatsApp, especialmente pela alcunha nada elogiosa atribuída ao prefeito.
Em Codó, pré-candidatura de Chiquinho FC se fortalece e ganha mais adesões
No município de Codó, o empresário Chiquinho FC segue firme recebendo apoio à sua pré-candidatura a prefeito da cidade. Dois vereadores já o apoiavam – Valdeci Calixto e Araújo Neto – e nesta quarta-feira,21, o vereador Evimar Barbosa também declarou o seu apoio a Chiquinho FC.
O vereador Evimar Barbosa usou seu tempo na tribuna da Câmara Municipal de Codó para declarar o seu apoio a Chiquinho FC. Em seu discurso, o parlamentar enalteceu as qualidades de gestor da iniciativa privada com quatro décadas de sucesso pleno à frente do grupo FC Oliveira, um conglomerado de empresas responsável por cerca de 2 mil empregos diretos e centenas de outros indiretos no Norte e no Nordeste do país.
“Tenho motivos de sobra para chegar aqui na tribuna desta Casa e declarar a minha decisão e a minha preferência pela pré-candidatura do nosso amigo Chiquinho FC. Em Eclesiastes 3 diz: Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito. Portanto acredito e tenho convicção que chegou o momento deste cidadão dar a sua contribuição como gestor público. Porque como gestor da iniciativa privada ele já vem há 40 anos mostrando sua capacidade de fazer gestão voltada para fazer resultados”, destacou o vereador.
O vereador também falou que a gestão pública precisa cada vez mais deste senso de urgência e de gestores diligentes para soluções dos problemas que mais afetam a população. “Um dos maiores desafios da democracia no mundo é atrair cidadãos competentes, profissionais em suas áreas, empresários de sucesso, para a vida pública. Pois na política, precisamos de pessoas competentes e que façam na gestão pública a história de sucesso que realizam em suas vidas profissionais e em suas empresas. Precisamos de gestores que façam do bem comum em sociedade uma grande história de sucesso”, concluiu o parlamentar.
O ex-diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão, jornalista Edwin Jinkings, passou a responder, neste mês de junho, como secretário adjunto de Relações Institucionais e Assuntos Legislativos da Secretaria Estadual de Representação Institucional no Distrito Federal (Seridf).
Ele estava nomeado como assessor especial, mas foi promovido com as mudanças na pasta que é comandada pelo deputado estadual Othelino Neto.
Edwin foi diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão durante os cinco anos de gestão de Othelino Neto.
Acompanhado do deputado estadual Glalbert Cutrim é de vereadores, o prefeito Bruno Silva esteve reunido ontem (20), com o empresário Ilson Mateus, no Centro Administrativo do Grupo Mateus, em São Luís.
Na oportunidade, o prefeito foi agradecer pessoalmente o empresário pelo empreendimento construído em Coelho Neto e que será inaugurado nesta quinta (22).
“Serão quase 200 empregos diretos nesse empreendimento que gera emprego, renda e coloca Coelho Neto como uma cidade em crescimento e referência para nossa região. Nossa gratidão ao empresário por acreditar no potencial da nossa terra”, disse o prefeito Bruno Silva.
Na sua fala, o empresário Ilson Mateus destacou a parceria da Prefeitura de Coelho Neto que deu celeridade na parte burocrática e no apoio para a contratação de pessoal.
Sérgio Moro faz mais de dez perguntas e cobra que advogado não julgue processos da Lava Jato porque criticou a operação; Zanin diz que não reconhece o rótulo e vai examinar caso a caso.
Sabatina na CCJ do Senado reedita embates entre Moro e Zanin na Lava Jato.
BRASÍLIA — O embate entre o ex-juiz da Lava Jato, o senador Sérgio Moro (União-PR), e o advogado Cristiano Zanin, na sabatina do Senado reviveu o confronto entre os dois nos processos em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado e acabou preso. O reencontro dos dois foi em tom formal. Moro já havia avisado que não era “barraqueiro” e até disse, durante a sabatina, que não havia pegadinhas nas questões.
Com processos anulados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e Zanin indicado pelo petista para assumir uma vaga na Corte, coube a Moro apresentar até o momento a maior lista de perguntas na inquirição do advogado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Da relação familiar com Lula aos processos da Lava Jato, o senador cobrou uma posição do indicado ao STF.
O senador quis arrancar de Zanin o compromisso de que não atuará no STF em nenhum processo ligado à operação Lava Jato. O advogado rejeitou a sugestão de Moro. Disse que não reconhece o rótulo da operação como uma referência prevista em leis e disse que vai examinar caso a caso.
“Eu não acredito que o simples fato de colocar o nome Lava Jato no processo é um critério para ser utilizado no ponto de vista jurídico para aquilatar o impedimento”, disse. “Quase tudo que funcionava em varas criminais muitas vezes recebia a etiqueta de Lava Jato. Uma vez identificada uma hipótese de impedimento ou suspeição, não terei o menor problema de declarar.”
Moro resgatou críticas do indicado ao STF à operação feitas na obra Lawfare: uma Introdução. Segundo o senador, Zanin teria dito “o processo contra Lula teria objetivos políticos” e ligação com a “descoberta de petróleo no pré-sal”.
Moro perguntou sobre a validade do uso de provas ilícitas em processos. Zanin admitiu que há uma corrente de pensamento jurídica que entende o possível uso em situações em que “há conduta ilícita do Estado” — referência aos episódios da Vaza Jato, quando um hacker teve acesso a troca de diálogos entre membros do Ministério Público, como o ex-procurador Deltan Dallagnol, com o ex-juiz Sérgio Moro.
As evidências coletadas foram elemento fundamental para o o STF a julgar Moro como incompetente nas sentenças proferidas a Lula.
Moro também cobrou de Zanin explicações sobre o nível de relação pessoal que tem com Lula. O senador citou notícias de que o advogado foi padrinho do casamento de Lula e Janja, no ano passado. Zanin negou. O senador prosseguiu os questionamentos para saber se Zanin foi contratado por empresas investigadas pela Lava Jato, em quais causas ele se daria como suspeito ou impedido a julgar no STF, se ele assim procederia em questões que o STF julgou incompetência — como aconteceu com Moro no caso do julgamento de Lula — e também poderia se afastar em qualquer situação ligada à operação.
O ex-juiz ainda fez perguntas sobre pareceres a apreensão de drogas, sobre questões ligadas à liberdade de imprensa, sobre a prerrogativa do foro privilegiado e sobre a lei de estatais.
Zanin fez uma defesa do exercício do jornalismo, disse que ainda terá que analisar a questão da lei das estatais, em julgamento no Supremo, afirmou que a droga “é um mal a ser combatido”, mas que “não pode haver vale tudo” e que o poder do Estado precisa ter limites em apreensões. Por fim evadiu-se a opinar sobre o foro privilegiado.
“Não posso e não deveria analisar o julgamento que já ocorreu no STF. Por outro lado, eventuais mudanças podem ser realizadas pela via do Congresso Nacional, por via da proposta de emenda constitucional”, disse.
O advogado Cristiano Zanin Martins ficará frente a frente com críticos do governo Lula e adversários do passado.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado vai sabatinar e votar nesta quarta-feira (21) a indicação do advogado Cristiano Zanin para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
A sabatina é uma das etapas obrigatórias para que o advogado assuma a vaga aberta com a aposentadoria de Ricardo Lewandowski, em abril.
A reunião da comissão está marcada para as 10h. Após análise da CCJ, a indicação deverá ser votada no mesmo dia pelo plenário principal do Senado. Uma vez aprovado, Zanin estará apto a assumir a função.
Nas indicações de ministros ao STF, cabe somente ao Senado analisar a escolha. Não há votação na Câmara dos Deputados.
Zanin foi designado para a vaga pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele atuou na defesa de Lula durante os processos da Operação Lava Jato e na campanha ao Planalto em 2022.
Aos 47 anos, considerando as atuais regras para aposentadoria na Corte, se for aprovado pelo Senado, ele poderá atuar por 28 anos no STF — até atingir 75 anos.
Relator da indicação na CCJ, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) já divulgou parecer sobre o nome de Zanin. O senador não apresentou voto, mas afirmou que o advogado tem atuação em defesa da Constituição.
Secretário de Cultura Yure Arruda e a cantora Alcinone…
A cantora Alcione será a grande atração do Arraial do IPEM, no dia de São João, no próximo sábado (24). O secretário d Cultura, Yuri Arruda disse que o show será marcante e marcará a celebração dos 50 anos de carreira de Alcione.
“São 50 anos de música e de inspiração de vida! É com muita emoção, que anuncio que dia 24 (sábado), comemoraremos o Dia de São João com um show especial da nossa conterrânea! Será um dia marcante no nosso Arraial do Ipem. Espero todos vocês para celebrarmos juntos a nossa cultura!”, disse Yuri Arruda.
O governador Carlos Brandão disse que Alcione fará um show inesquecível no São João no Arraial do IPEM.
“A nossa querida Marrom, orgulho do nosso Maranhão e ícone da música brasileira, promete fazer um show inesquecível no Arraial do Ipem, no Dia de São João, 24! Alcione completa 50 anos de carreira e vai brindar a noite de sábado com os grandes sucessos que marcaram gerações. Imperdível!”, afirmou Carlos Brandào.
Padre Marcus André, líder da Paróquia de São Pedro Apóstolo, no município de Raposa, foi usado nesta terça-feira (20) pelo prefeito Eudes Barros (PL) como “ator coadjuvante” em um vídeo publicitário veiculado nas redes sociais do político, com finalidade de promoção pessoal.
De batina, o Padre abriu as portas da igreja para o prefeito gravar o vídeo dentro da congregação, depois, as imagens foram editadas e acrescido a logomarca do político.
Marcus André ainda fez questão de participar do vídeo ao lado do vereador Ribamar, que é aliado do prefeito Eudes Barros na Câmara Municipal.
A situação constrangedora para toda a Igreja tem sido muito criticada por fiéis que condenam a postura do prefeito em fazer da Paróquia de São Pedro Apóstolo uma espécie de “comitê eleitoral” em favor do PL local.
O padre tem todo direito de ter posição política, mas fora da igreja, sem o uso da batina. A atitude do prefeito assim como de Marcus André afronta toda a Comunidade Católica e cria uma verdadeira desavença entre os religiosos.
Paralelo a isso, o prefeito mistura o público com o privado ao usar sua marca em ação institucional da prefeitura para promoção pessoal, o que é vedado pela legislação.