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Na eleição de 2012, o presidente do Partido Social Liberal (PSL), vereador Francisco Carvalho, não deu legenda ao então pré-candidato a vereador Wellington do Curso, disputar assento na Câmara de Vereadores da capital.
No uso das práticas politiqueiras nefastas e rasteiras que o fizeram conhecido na política maranhense, Francisco Carvalho manobrou a convenção do PSL, e assim, prejudicou grandemente o empresário de cursos preparatórios.
Wellington do Curso então ingressou na Justiça e conseguiu uma decisão do juiz Jamil Aguiar, da 76ª Zona Eleitoral, que obrigou o partido a tê-lo como candidato à vereador.
Insatisfeito, o aleivoso Chico que se diz “dono” do PSL no Maranhão, jogou pesado e recorreu da decisão. Resultado: Wellington do Curso foi prejudicado, muito desgastado pela briga judicial que foi parar em Brasília, não conseguiu se eleger como parlamentar da capital.
O jovem empresário não abaixou a cabeça, saiu do partido que o traiu e se filiou no PPS, para disputar uma vaga no parlamento estadual. Numa campanha com os pés no chão e grande apoio popular, Wellington do Curso percorreu parte do estado e conseguiu sair vitorioso nas urnas da eleição de 2014.
Agora deputado estadual eleito e diplomado, chegou o dia da posse que aconteceu no último domingo(01). E quem estava por lá? Ele mesmo, a aleivosa raposa velha Chico Carvalho.

Assim que avistou Wellington do Curso no plenário da Assembleia Legislativa, Chico Carvalho em clima de fraternidade, abraçou o deputado. E mostrando muita civilidade política, Wellington abriu o sorriso e aceitou os parabéns do veterano.
As palavras falsas de Carvalho foram as seguintes: “Política é isto, naquele momento, o partido não achava interessante sua candidatura. Não era viável. Então, o partido decidiu daquele jeito, agora passou e tive a oportunidade de encontrá-lo aqui, acho que política se faz é assim!”, disse seu Chico.
Não Vereador, política não se faz assim! Se faz bem diferente, mostrando princípios de moralidade, o que não faz parte de sua história. Para o nobre vereador, fica o útil provérbio popular: “Quem não te conhece, que te compre.”


O prédio que abriga o Tribunal de Contas do Estado do Maranhão poderá ser chamado de Palácio Jackson Lago, se a Assembleia Legislativa atender a proposta do deputado Cabo Campos que foi apresentada à casa.
A decisão foi tomada pela maioria dos 15 membros do CNJ, vencidos, apenas os conselheiros Fabiano Silveira e Gisela Gondin, que preferiam punir o magistrado com a pena de disponibilidade, com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.
Funcionários do Sistema Difusora de Comunicação, de propriedade do senador Lobão Filho, continuam a reclamar do atraso do pagamento de salários. Em contato com o editor do blog, uma locutora que trabalhou por sete meses na rádio Difusora FM diz que por todo este período nunca teve um pagamento honrado pela emissora.






