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A Prefeitura de Paço do Lumiar, através da Secretaria Municipal de Pesca e Abastecimento (SEMAPA), comercializará nesta quinta (24), peixes a preços 30% mais baratos que os praticados pelo mercado local. O Caminhão do Peixe ficará à disposição da população no Viva Maiobão, das 14h às 20H, oportunidade em que também estará funcionando a Feirinha Livre do Pequeno Produtor, no mesmo local.
Conhecida como “Feira do Peixe”, o objetivo é ofertar pescados a preços mais acessíveis e estimular o consumo de peixe no período da Semana Santa. “Nesta época, há uma grande procura pelo produto, o que resulta no aumento dos preços cobrados nas feiras e supermercados. Acredito que esse projeto traga reais benefícios à comunidade, que poderá garantir o consumo do peixe nesse período”, observou o prefeito Josemar Sobreiro.
Durante 6 horas, serão comercializadas diversas variedades de pescados, além de frutas, verduras e legumes diretamente do produtor a preços inferiores dos praticados em mercados de bairros e supermercados. O Caminhão do Peixe ficará ao lado da Feira Livre do Pequeno Produtor de Paço do Lumiar, que já virou rotina para os luminenses. Este é o 3° ano que a Prefeitura realiza a ação, em parceria com o município de São José de Ribamar, que cede o veículo para o acondicionamento dos produtos.
Feira Livre do Pequeno Produtor – As Feiras do Pequeno Produtor são realizadas nas quartas, quintas e sextas-feiras, no Pau Deitado, Tambaú e Maiobão, sempre no final da tarde. Atualmente, 100 produtores estão cadastrados no programa, que vem contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva, renda familiar e movimentação da economia do município.
Desde que implantada, há aproximadamente 1 ano, a Feirinha contabiliza um saldo positivo, pois tornou-se um canal de escoamento e comercialização da produção agrícola e pesqueira do município.








Chega um e joga lixo na praça, chega outro e despeja entulho e o que era uma praça, virou um lixão clandestino. A praça do lixo é em São Luís, mas o problema se repete em outras cidades da região metropolitana. Até pertinho da praia, em São José de Ribamar, tem lugar virando depósito pra todo tipo de lixo. O descaso virou tema da aula dos alunos de oceanografia.
Nem o mangue, às margens de um braço de mar, escapou da sujeira. Outra praça cheia de casas por perto já ganhou até um funcionário da prefeitura para “organizar” o lixo irregular. Neste outro lixão, a 10 km do Centro, há uma ordem judicial para a prefeitura interditar o lugar, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. A multa já passa dos R$ 3 milhões e nada.
“Nós temos a incomodidade de acúmulo de água parada agora principalmente em pneus, causando a proliferação de mosquitos da dengue, da chikungunya, da zika. Então, é um problema sério de saúde pública, de meio ambiente”, destaca Lúcio Macedo, sanitarista e pesquisador da UEMA.