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Em apenas oito dias úteis que esteve no comando da prefeitura, vice-prefeita transferiu para sua própria conta bancaria três meses de salário, e ainda fez pagamentos absurdos, como para empresa fantasma.

A vice-prefeita de Godofredo Viana, Karinne Silva Andrade, assumiu a prefeitura godofredense no último dia 03 de novembro por decisão da Câmara de Vereadores que afastou o prefeito Marcelo Jorge. Menos de duas semana após, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) por meio de decisão monocrática do desembargador Raimundo José Barros de Souza, retornou o gestor ao cargo.
Karinne, portanto, ficou no comando do executivo municipal durante apenas 13 dias, vez que a decisão do TJ-MA apesar de ter sido assinada no dia 11/11, só foi válida a partir do dia 16/11.
O tempo foi curtíssimo, ainda mais se levarmos em consideração os dias úteis: Apenas oito dias. Entretanto, apesar de reduzido, esse período foi o bastante para a vice fazer uma verdadeira devassa nas contas públicas de Godofredo.
Dinheiro para a própria conta
Extratos bancários que o blog teve acesso com EXCLUSIVIDADE (confira abaixo), revelam que entre as transações bancarias escandalosas realizadas na gestão “relâmpago” da filha da ex-prefeita Elda Andrade – entre o dia 10/11 a 14/11 – constam nada menos que seis transferências bancarias para a própria conta pessoal, que somam o valor de R$ 23.901,88.
Explico: Somente no dia 11/11, foram cinco transferências para a própria conta no valor de R$ 3.808,98 cada, e no dia 14/11 mais uma desse mesmo valor. Acontece que o salário do prefeito é de R$ 7.200,00, logo, Karinne pagou três meses de salário por menos de duas semanas efetivamente trabalhadas. Um completo absurdo e verdadeira farra com o dinheiro público!
Dinheiro até para empresa fantasma
Ainda de acordo com os extratos, aparecem também pagamentos para a tia, transferências para um posto de combustível de nome Bonifácio, além de pagamento para funcionários escolhidos a dedo, esses recebem super-salário, e pior, de forma antecipada, sem nem mesmo completar um mês de serviço.
Nos gastos da vice-prefeita são explícitos também pagamento para a Settimu´s Empreendimentos, empresa fantasma registrada na Receita Federal como se funcionasse no município de Raposa (caso já denunciado por este blog). Para a firma, foram duas transferência uma de R$ 14.060,00 e outra de R$ 14.390,63, totalizando 28.450,00.
Novo afastamento
Na última quarta-feira, 23, o prefeito Marcelo Jorge foi afastado novamente do cargo. A pedido do Ministério Público do Maranhão, o juiz Rômulo Lago e Cruz decidiu tirar o gestor do comando da prefeitura, em decorrência do atraso no pagamento dos salários dos servidores públicos municipais.
E adivinhem quem assumiu novamente? Ela mesma, a vice, Karinne. Se em alguns dias no poder ela fez desgraças, imagina se ficar um mês…
– Confira abaixo os extratos bancários da gestão de apenas oito dias úteis da vice-prefeita Karinne Andrade:



A corrida pelo título do Campeonato Brasileiro vale mais do que a glória e a honra de erguer a taça. Vai fazer bem às finanças. A conquista, que consagrou o Palmeiras como campeão, ontem domingo(27), rende o prêmio de R$ 17 milhões, valor superior aos R$ 10 milhões entregues ao ganhador de 2015, o Corinthians.
Na manhã da última sexta-feira, dia 25 de novembro, o ex – secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária do Maranhão, Julião Amin, reassumiu a titularidade do mandato parlamentar, conquistado nas eleições de 2014, com aproximadamente 65 mil votos.




Ex-ministro do Turismo e um dos homens mais próximos de Temer no governo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) pediu demissão do cargo no 16 de junho. Ele também deixou o governo na esteira das revelações feitas por Machado em seu acordo de delação premiada junto à Lava Jato. Segundo Machado, Alves teria recebido R$ 1,55 milhão em doações eleitorais oriundas de propina paga por empresas investigadas pela Lava Jato.
O ex-advogado-geral da União Fábio Medina Osório foi o quarto ministro a deixar o atual governo. Ele foi demitido pelo presidente Michel Temer no dia 9 de setembro após uma série de discussões com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. Segundo Osório, o motivo das discussões foi um pedido feito por ele ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que a AGU (Advocacia Geral da União) tivesse acesso aos inquéritos da Lava Jato referentes a políticos com foro privilegiado. Em entrevista após sua demissão, Osório chegou a dizer que o governo Temer quer “abafar” a Lava Jato.
O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero pediu demissão do cargo no dia 18 de novembro, pouco mais de cinco meses depois de assumir a pasta. Em entrevista, Calero afirmou que pediu demissão após ter sido pressionado pelo então secretário de governo da Presidência da República, Geddel Vieira Lima, para que as obras de um edifício em Salvador no qual o próprio Geddel teria um imóvel fossem liberadas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico Nacional). Geddel assumiu ter conversado com Calero sobre o assunto, mas negou ter feito “pressão” sobre Calero.
Tido como uma peça fundamental da articulação política do governo Temer, Geddel Vieira Lima foi o sexto ministro do atual governo a deixar o cargo. Ele foi acusado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de ter feito pressão para que o Iphan aprovasse a construção de um prédio em área nobre de Salvador. Geddel admitiu ter conversado com Calero sobre o assunto e reconheceu ter feito compromisso de compra no empreendimento embargado pelo Iphan, mas negou “pressionado” o ex-ministro da Cultura. As revelações de que parentes de Geddel advogavam em favor do empreendimento alvo de polêmicas colaborou para a queda do agora ex-ministro.