Um fato curioso chamou atenção na eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís na manhã desta quinta-feira (1º). A maioria dos parlamentares aliados do presidente eleito Beto Castro (Avante), chegaram em um ônibus à sede do Parlamento Municipal no Centro da capital maranhense.
Assim que subiram as escadas do estacionamento que dão acesso a parte interior da Câmara, Beto, Thyago e Penha falaram com o jornalista Domingos Costa. Pouco depois, o trio foi eleito para presidente, 1º vice-presidente e 1º secretário da Casa, respectivamente.
Primeira folha, do total de 10 da decisão de Xandão que retorna ao cargo Paulo Curió, de Turilândia.
Ao analisar a Medida Cautelar no Habeas Corpus nº 277.753 o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira (1º) a suspensão da medida cautelar que havia afastado do cargo o prefeito de Turilândia, José Paulo Dantas Silva Neto, conhecido popularmente “Paulo Curió”.
Alexandro de Moraes salientou que “mais de 9 (nove) meses de afastamento e denúncia oferecida em 19/1/2026 e ainda não analisada – os elementos necessários para afastar a manutenção da medida cautelar de suspensão do exercício da função pública e das medidas que inviabilizem diretamente o exercício do cargo de Prefeito de Turilândia/MA por JOSÉ PAULO DANTAS SILVA NETO, sem prejuízo da manutenção das demais cautelares impostas, conforme destacado pelo próprio impetrante.”
A decisão acolheu o pedido de Habeas Corpus, que foi impetrado contra acórdão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça, e autoriza o retorno do prefeito ao exercício do cargo. No documento, Moraes afirma ter deferido o pedido de liminar para “suspender a medida cautelar de afastamento do exercício do cargo de Prefeito Municipal de Turilândia/MA”.
O ministro determinou a manutenção das demais medidas cautelares que haviam sido impostas anteriormente. Segundo o despacho, permanecem as medidas que não inviabilizam diretamente o exercício da função de prefeito. Moraes também requereu que o processo seja encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para emissão de parecer.
O Ministro do STF decidiu pela volta de Paulo Curió ao cargo. “Diante do exposto, nos termos do art. 21 do Regimento Interno do STF, DEFIRO o pedido de liminar para SUSPENDER A MEDIDA CAUTELAR DE AFASTAMENTO DO EXERCÍCIO DO CARGO DE PREFEITO MUNICIPAL DE TURILÂNDIA/MA em relação a JOSÉ PAULO DANTAS SILVA NETO, bem como todas as medidas corolárias que inviabilizam diretamente o exercício da função, mantidas as demais cautelares impostas”.
11h00: Na manhã desta quinta-feira (1º) o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes retornou ao cargo o prefeito Paulo Curió, do município de Turilândia.
Desde fevereiro que a prefeitura estava sendo comandada pelo defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macedo, na condição de interventor no município por determinação do Tribunal de Justiça do Maranhão.
A eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís ocorreu nesta quinta-feira, 1º, com chapa única. Compareceram à sessão extraordinária 21 dos 31 vereadores e todos votaram a favor da chapa encabeçada pelo vereador Beto Castro (Avante). Dos 10 vereadores ausentes, são apoiadores de Marquinhos Silva (União) que iria disputar a presidência com Castro.
A sessão extraordinária na Câmara ocorreu sem qualquer intercorrência. A votação foi aberta com a declaração de voto de cada vereador totalizando 10 parlamentares ausentes.
Os membros da chapa eleita são Beto Castro, presidente, Thyago Freitas (PRD) 1º vice-presidente, Octávio Soeiro (PSB) 2º vice-presidente e Daniel Oliveira (PSD) 3º vice-presidente. O 1º secretário é está Raimundo Penha (PDT), o Coletivo Nós (PT) fica com a 2ª secretaria da mesa, Edson Gaguinho (PP) é o 3º secretário, Rosana da Saúde (PSD) a 4ª secretária e Raimundo Júnior (Podemos) o 5º secretaria.
A nova direção da mesa diretora da Câmara assumirá o comando da Casa a partir do dia 1º de janeiro de 2027.
Ausentes
Entre os vereadores ausentes estão o próprio Marquinhos Silva, que recusou disputa a presidência da Casa com as regras estabelecidas no edital de convocação da eleição, Douglas Pinto (PSD), Joel Nunes (PSD), Clara Gomes (PSD), Flávia Bertier (PL), Mateus do Beiju (PL), Magnólia (União), André Campos (PP) e Andrey Monteiro (PP).
Discurso
Em seu discurso de posse, Beto Castro voltou a reafirmar o compromisso dele com a Câmara Municipal e recordou sobre sua trajetória desde quando decidiu disputar pela primeira vez até o momento agora que foi eleito presidente da Câmara.
Além disso, Castro agradeceu o voto de cada parlamentar e disse que ele chega a presidente depois de ter vencido dificuldades sociais por ter vindo da periferia.
O novo presidente do Legislativo Municipal acusou seu adversário, Marquinhos Silva, de tentar usar pessoas de fora da Casa para interferir na eleição da mesa diretora da Câmara.
“Quero dizer aqui que a eleição da Câmara é feita pelos vereadores de São Luís. Não aceitamos interferência externa”, disse.
Na manhã desta quinta-feira (1º) foi apresentado a chapa para concorrer ao comando à Mesa diretora da Câmara Municipal de São Luís.
O vereador Beto Castro (Avante) deverá ser candidato único, vez que seu concorrente, Vereador Marquinhos (União Brasil) não tem número suficientes de vereadores para formar a chapa, conforme regras do Regime Interno da Casa.
Beto intitulou o nome da chapa de “Gael, Coração Valente”, formada pelos vereadores: Thyago Freitas (PRD) para a 1ª vice-presidência, Octávio Soeiro (PSB) na 2ª vice-presidência e Daniel Oliveira (PSD) na 3ª vice-presidência. Já para a 1ª secretaria está Raimundo Penha (PDT), o Coletivo Nós (PT) fica com a 2ª secretaria da mesa, Edson Gaguinho (PP) na 3ª secretaria, Rosana da Saúde (PSD) na 4ª secretaria e Raimundo Júnior (Podemos) na 5ª secretaria.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal precisam investigar um escândalo envolvendo a exploração de pessoas vulneráveis no município de Buriticupu. A situação envolve uma vereadora que estaria liderando uma rede de agiotagem e estelionato.
Enquanto famílias lutam diariamente para sobreviver, a parlamentar opera um cerco financeiro desleal, transformando a extrema necessidade dos cidadãos em lucro próprio.
O esquema consiste em oferecer empréstimos a juros abusivos e, como garantia física para a dívida, exigir e reter cartões do Bolsa Família e de benefícios previdenciários, impedindo que os próprios titulares tenham acesso à sua renda básica de subsistência.
A prática de reter cartões de benefícios sociais e previdenciários federais como garantia de dívida não é apenas imoral — é crime grave, configurando estelionato, agiotagem e apropriação indébita de verbas de proteção social.
As autoridades precisam agir para coibir essa prática criminosa.
O Desembargador Marcelo Carvalho acaba de decidir pela realização da eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de São Luís. O pleito deve acontecer nesta quinta-feira (1°) às 9h no Plenário do da Casa.
A ação questiona a Emenda à Lei Orgânica n° 004/2025, que alterou regras relacionadas à eleição da Mesa Diretora. O partido também pediu a suspensão do edital que convocou o pleito.
Segundo o relator, uma nova decisão suspendendo a eleição poderia entrar em conflito com determinação anterior da Presidência do TJMA, que havia restabelecido a validade do edital e permitido a continuidade do processo eleitoral.
A desembargadora Maria Francisca Galiza se declarou impedida nesta quarta-feira (30) de atuar na ação do União Brasil que questiona uma alteração na Lei Orgânica de São Luís relacionada à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal.
A magistrada, que era relatora do processo, informou que a decisão ocorreu por motivo de foro íntimo. Com isso, determinou a exclusão do seu nome da análise do caso e o encaminhamento dos autos para redistribuição dentro do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
A ação apresentada pelo União Brasil pede a suspensão da eleição da Mesa Diretora, marcada para esta quinta-feira (1°), às 9h. A legenda alega que a mudança na Lei Orgânica é inconstitucional.
A questão já havia sido levantada por cinco vereadores em uma ação anterior. A decisão que havia suspendido o pleito foi posteriormente revogada pelo presidente do TJMA, desembargador Ricardo Duailibe.
Até o momento, não há decisão judicial suspendendo a eleição da Câmara.
Toffoli ao lado de seu amigo, o empresário Alberto Leite, também citado na investigação.
O empresário maranhense Alberto Leite, de 49 anos, dono da empresa de segurança cibernética e tecnologia da informação FS Security, está no centro de uma polêmica envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Alberto Leite é irmão do advogado maranhense advogado Daniel Leite, outro enrolado nas fraudes do banco Master que envolvem compras de ações do BRB, conforme os links de posts no final desta matéria.
Uma reportagem do revista piauí, produzida pelo jornalista Breno Pires, revela que o irmão de Daniel Leite aparece em três frentes do relatório da Polícia Federal que ajudam a elucidar suas relações com Vorcaro e com o ministro Toffoli.
A reportagem diz que aá sete meses, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tem em mãos um relatório da Polícia Federal que apresenta suspeitas gravíssimas sobre a relação do ministro Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro. Em um trecho, o relatório, ao qual a piauí teve acesso, levanta a suspeita de que Toffoli seja “o beneficiário final” ou o “proprietário de fato” do Arleen, um fundo de investimento que recebeu 35 milhões de reais de Vorcaro. Por meio de uma transação com uma holding, a Egide I, os recursos foram parar nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe.
O fundo Arleen era sócio do Tayayá, o resort que pertence a Toffoli e sua família em Ribeirão Claro, no interior do Paraná. A certa altura, segundo o relatório da PF, o Arleen, que pertencia ao banqueiro, mudou de proprietário, passando para as mãos de um empresário amigo de Toffoli. Em seguida, o fundo fez uma alteração em seu regulamento para permitir que fizesse investimentos no exterior e, meses depois, transferiu todos os seus ativos para o Egide I, registrado no paraíso fiscal caribenho.
Diz o relatório, depois de informar que Vorcaro aportou “ao menos” 35 milhões de reais no fundo Arleen: “Foram identificados diversos elementos de informação que, analisados de forma conjunta, apontam no sentido de que o ministro José Antonio Dias Toffoli possa ter figurado como beneficiário final ou proprietário de fato do FIP Arleen, bem como de seus ativos.” Em outro trecho, o relatório afirma: “Documentos e comunicação […] sugerem uso de interpostas pessoas e estruturas no exterior, incluindo movimentações envolvendo a Edige I Holding nas Ilhas Virgens Britânicas.”
Toda a operação para enviar recursos ao exterior, relatada pela PF, deu-se ao longo de 2025. Em fevereiro, o empresário Alberto Leite, amigo de Toffoli e dono da empresa de segurança FS Security, comprou o fundo Arleen. No mês seguinte, registrou a holding Egide I nas Ilhas Virgens Britânicas e, no mesmo mês, alterou o regulamento do Arleen para autorizar investimentos no exterior. Em novembro, o Arleen começou a se desfazer de suas cotas e, em dezembro, transferiu cerca de 34 milhões de reais para a Egide lá fora. “Deste modo”, afirma o relatório da PF, “pode-se afirmar que todo o ativo do Arleen […] é transferido para a Egide I Holding na liquidação do fundo”.
Em 5 de novembro de 2025, logo depois de celebrar a vitória no caso da usina Alcídia, Vorcaro começou a discutir sua saída do Tayayá – e, portanto, sua desvinculação do fundo Arleen. Naquele mês, escreveu ao seu cunhado Fabiano Zettel que “aquele FIP Tayayá [refere-se ao Arleen] tem que passar pra um amigo que vai comprar”. Não deu a identidade do amigo. Logo em seguida, perguntou: “Posso pedir te procurar?” e, só então, deu o nome incompleto: “Alberto.” Era Alberto Leite, dono da FS Security e amigo de Toffoli. Leite aparece em três frentes do relatório, que ajudam a elucidar suas relações com Vorcaro e com o ministro do Supremo.
A primeira é que, em um plano de negócios de abril de 2024 encontrado no celular do banqueiro, o próprio Vorcaro, Fábio Faria e Alberto Leite aparecem como diretores da Skylink, empresa criada para representar a Starlink, de Elon Musk, no Brasil. (Na reportagem Fábio Faria, “o cara de Vorcaro”, publicada pela piauí, Faria negou que Vorcaro fosse sócio do empreendimento. Se a afirmação da PF procede, trata-se de mais um negócio em que Faria e Vorcaro foram sócios.)
A segunda é que a principal empresa de Alberto Leite, a FS Security, figurou entre as patrocinadoras do fórum jurídico que o Banco Master bancou em Londres, até que Vorcaro mandasse tirar o nome da lista: “Tiraria FS tb.” A terceira é que, em junho de 2024, Leite custeou um camarote na final da Liga dos Campeões, também em Londres, onde recebeu o ministro Dias Toffoli. Uma selfie tirada por Leite com o ministro virou notícia. Vorcaro não estava na cena, mas reclamou com seu articulador. “Não pode expor os caras assim pqp”, escreveu. Fábio Faria respondeu com uma frase que pressupõe hábito: “Agora Alberto não vai poder mais viajar com o Toffoli.” Dois meses antes, em abril, Faria já avisara ao banqueiro que ia almoçar com Toffoli e com Leite: “Tô indo c ele e o Alberto.” Sobre esse conjunto, a Polícia Federal conclui que há “vínculo relacional” entre Alberto Leite e o ministro do Supremo.
Ao apontar ao seu cunhado que o destinatário do Arleen era Alberto Leite, Vorcaro procurou se certificar de que o fundo Arleen tinha dinheiro em caixa. “Tem os 15M que vc colocou. Se ninguém gastou…”, informou-lhe Zettel. O banqueiro insistiu: “Onde tá a grana?”. Resposta: “REAG”, uma referência à gestora de fundos do Master. E então veio a pergunta que a Polícia Federal grifa no relatório, feita por Vorcaro, que era o próprio dono do fundo: “Como chama o FIP?”. Zettel responde: “FIP Arleen.” Naquele mesmo 5 de novembro, Vorcaro escreveu ao empresário Alberto Leite: “Estou pronto pra executar aquele deal que falamos”. Leite respondeu: “Beleza”, disse que estava na Espanha e acrescentou: “Vou pedir pro meu pessoal dar um gás com o teu.”
Sete semanas depois, no dia 27 de dezembro, o banqueiro pediu o papel. “Preciso fazer contrato de venda do fundo Tayayá”, escreveu ao cunhado, referindo-se, mais uma vez, ao Arleen. Zettel perguntou: “Vender pra quem?”. Vorcaro não respondeu à pergunta. Mandou fazer a minuta, estabeleceu o prazo, “pra pagarem até 180 dias”, e deu a instrução que a define: “Sem nome.”
Vorcaro voltou ao assunto em 12 de janeiro, dizendo “Preciso resolver o FIP”. Seu cunhado perguntou: “Tayayá?”. O banqueiro respondeu positivamente e encaminhou então um cartão de contato com o nome de Alberto Leite e escreveu: “Tenho que transferir pra ele.” O banqueiro, então, quis saber quanto valia. “Preciso saber valor PL do fundo.” Zettel respondeu: “Vai transferir o FIP inteiro, né?” Sim, a ideia de Vorcaro era transferir o Arleen integralmente para Alberto Leite.
No dia seguinte, Zettel reproduziu para Vorcaro a abordagem que fizera ao comprador do Arleen: “Boa tarde, amigo! Tudo bem? Estou chamando a pedido do Daniel Vorcaro. Queria organizar a questão da transferência do FIP Arleen, dono do Tayayá”. Leite simplesmente não respondeu. Vorcaro, ao ser informado da abordagem e do silêncio, reclamou: “Aí o cara não responde nem daqui 1 século”, deixando claro que o negócio não podia ser tratado às claras nem com os interlocutores diretos. O desfecho deu-se em 19 de fevereiro de 2025, segundo Zettel: “Alberto Leite concluído! Tá todo feliz”. Meses depois, Leite vendeu sua participação no Tayayá para a PHD Holding, empresa do advogado Paulo Humberto Barbosa, ligado ao grupo J&F.
Procurado pela piauí, Alberto Leite disse que não daria entrevista, mas afirmou que nunca foi sócio do ministro Dias Toffoli nem do banqueiro Daniel Vorcaro. Ao jornal Folha de S.Paulo, ele havia declarado que a compra do Arleen foi uma operação imobiliária regular e lucrativa, promovida por seu braço de investimentos, e negou qualquer vínculo societário, comercial ou de favorecimento com o ministro Toffoli.
CLIQUE AQUIe tenha acesso a reportagem completa envolvendo o irmão do advogado maranhense Daniel Leite.
No debate da TV Mirante/Globo, realizado nesta última terça-feira (29), o candidato do MDB ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, detonou às políticas públicas para a saúde de São Luís, que está em 25º lugar no ranking do Brasil em Atenção Básica – a porta de entrada do SUS – e o pior lugar do Nordeste.
Orleans também rebateu críticas de interferência política na saúde estadual e citou uma entrevista que atribuiu à prefeita de Chapadinha, Belezinha, apontada por ele como aliada de Braide. Segundo o candidato, ela teria relatado que procurava o irmão do adversário quando precisava de um leito em São Luís. “Então você me acusa do que você faz, você acusa o governador Brandão do que você faz”, atacou.
Durante confronto direto no debate, Orleans questionou o atendimento nos Socorrões, apontou falhas na atenção básica municipal e defendeu a ampliação da rede estadual de hospitais. O candidato do MDB destacou o respeito aos profissionais das unidades, mas criticou as condições de atendimento e afirmou que pacientes procuram transferência para hospitais estaduais.
“Eu respeito todos os profissionais dos Socorrões. Mas você que tá me assistindo aí em casa: você quer ir pro Socorrão?”, questionou. Segundo Orleans, as dificuldades também estão na atenção básica, levando moradores a buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Governo do Estado.
O candidato afirmou que São Luís tem a segunda pior atenção básica entre as capitais brasileiras e cobrou explicações do adversário. “Mas a pergunta é: por que você não fez pela atenção básica de São Luís?”
Orleans também levou a discussão para a cobrança de impostos municipais, acusando Braide de prejudicar a construção civil da capital. “Você cobra o maior ISS para construção civil de todo o Brasil, é aqui na cidade de São Luís”, declarou. Na sequência, acusou Braide de promover uma “indústria da multa” e ironizou: “É a indústria da multa do Eduardo Braide, a única que ele conseguiu trazer aqui pra capital”.