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O primeiro suplente de vereador em exercício do município de Timon, Leandro Bello de Sá Rosas Costa, do DEM, está sendo acusado de se esconder para não fazer teste de DNA relativo a investigação de paternidade.
A denúncia foi encaminhada ao blog do Domingos Costa pela médica Ana Carolina Castilho, residente em Brasília. De acordo com a ex-namorada do vereador, o casal teve um relacionamento de quase quatro anos.
Hoje gravida de quatro meses, a médica alega enfrentar dificuldades para custear a totalidade das despesas referente a gestação. “O Leandro não atende mais o celular, me bloqueou do WhatsApp, quando consigo falar com ele a respeito da situação o tratamento que recebo é com gritos e xingamentos”, disse Ana Carolina.
Ainda de acordo com Castilho, na última vez que conseguiu contato com Bello, via e-mail, ficou acertado a realização tão aguardada do exame de DNA, que seria feito nesta quinta-feira, dia 05, às 9h30 (no caso ontem), no entanto, o parlamentar não compareceu no local e horário combinado.
Em entrevista na última terça-feira (03) ao blog cozinhandoogalo, o editor da página questionou o parlamentar a respeito do caso, Leandro Bello chega a sorrir da situação (VEJA). O vereador desmente a médica ao afirmar que sempre tem se colocado à inteira disposição (OUÇA).
Apesar da afirmação do vereador timonense, a grávida diz o contrário. “É ridículo um vereador se esconder pra não fazer o DNA e não assumir a responsabilidade de pai. Ele não é exemplo de político e não deve ser seguido por nenhum homem. É um absurdo, além de ter que bancar tudo da gravidez sozinha, incluído consultas, exames, remédios, enxoval do bebê e quem tem filhos sabe que isso não fica barato.” Contestou Ana Carolina.

Em resposta a fala de Bello, que na entrevista aponta Castilho com “bem de vida”, a médica diz que vem passando sufoco por conta da omissão do pai do seu filho. “Se não trabalhar eu não recebo no final do mês, ganho por plantão, não sou concursada, já trabalho cansada e com sono. Quero deixar bem claro que não tenho emprego fixo e trabalho por produtividade e ainda sob risco que podem comprometer a minha vida e do bebê. Não tenho direito a licença maternidade e a nenhum benefício, e isso me ‘obriga’ a trabalhar mesmo com vômitos e dores porque penso no futuro do meu filho”, desabafou.
Ao blog, Ana Carolina Castilho lamenta o ocorrido e diz que só procurou a imprensa após a forma truculenta que o vereador tem mantido. “É frustante pai do meu filho não ter interesse em fazer o DNA, está correndo de falar comigo, não atende e sequer responde mensagem. Porque será que está fugindo tanto do teste de paternidade? Eu só quero o que é meu direito. Será que só irá fazer quando a justiça obrigar?” Finalizou a médica.



O Deputado Glalbert Cutrim (PDT) esteve na última terça-feira (03), no povoado São Domingos, zona rural do município de Brejo de Areia, para prestigiar a 2ª Cavalgada de Nossa Senhora Aparecida, um dos eventos mais esperados da região e que marcou a abertura do Festejo em comemoração à Santa padroeira do povoado. Acompanharam o deputado os ex-prefeitos de Brejo de Areia, Ludmila e Dr. Miranda; o prefeito de Altamira do Maranhão, Dr. Ricardo Miranda (PDT), e vereadores e lideranças políticas da região.

Para a condução da auditoria, a CGU visitou as residências e realizou entrevistas com 2.315 cadastrados no RGP como beneficiários do Seguro Defeso, distribuídos em 126 municípios. Entre as irregularidades encontradas, destacam-se:
Ausência de Fiscalização: o órgão responsável pelo Seguro-Defeso não verifica se os registrados são de fato pescadores. Não há manual de procedimentos (com o fluxo desde o recebimento até a emissão da carteira de pescador artesanal), nem rotina de monitoramento e inspeções periódicas dos beneficiários inscritos no RGP.







