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Às vésperas das eleições de 2018, o senador Roberto Rocha descambou para divulgar uma montanha de emendas suas que serão (será?) destinadas para benfeitorias no Maranhão. Uma delas diz respeito ao aterro sanitário de Imperatriz, com investimentos da ordem de R$ 21 milhões.
O problema é que a obra pode ter outro pai. É o que afirma o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, que desmentiu o senador sobre quem realmente lutou para que o investimento fosse feito na cidade.

“A disponibilização desses recursos foi possível frente um constante aprimoramento da gestão interna, liderada por mim, e com o apoio de minha equipe. Isso exigiu um grande esforço, diante do cenário restritivo enfrentado pelo governo em 2017, em que a crise econômica impactou negativamente as contas públicas”, afirmou Sarney Filho.
A enfática declaração surgiu depois que Roberto Rocha tentou tomar para si os louros do empenho do dinheiro. De acordo com o ministro, os recursos serão usados na compra de uma área de 500 mil m², no km 22 da BR-010, saída de Imperatriz para Açailândia, para a construção do aterro sanitário e a previsão é de que, já em 2018, ele comece a receber os resíduos que hoje se acumulam em lixões.
Se sairá do papel ou não é uma outra história, sobretudo pelo histórico de obras fantasmas quando se envolve o sobrenome Sarney. O certo é que o recado de Zequinha para Roberto Rocha foi bem claro. E a mentira foi desfeita.

Com a participação de mais de 25 mil pessoas, a exibição do videomapping na fachada do Palácio dos Leões, no Centro Histórico de São Luís, terminou sábado (6), após 37 dias de exposições. Foi uma média de 700 pessoas por noite.




Um homem identificado apenas como Flanklin foi preso na manhã desta quinta feira (04) após fazer apologia ao crime em um grupo de WhatApp.

