Nesta sexta-feira (10), o deputado federal Juscelino Filho (DEM) realizará mais um evento de lançamento de sua candidatura à reeleição.
Desta vez, o ato ocorrerá na cidade de Grajaú com a presença de lideranças políticas do município e região. O encontro está marcado para começar às 18h, na AABB.
O objetivo do lançamento é oficializar, na região, o nome do presidente estadual do DEM na disputa eleitoral deste ano. Além disso, é uma oportunidade de debater com a população benefícios e melhorias para toda a região Central do Estado.
“Será um evento muito importante. Será um grande dia para colocarmos o nosso nome para a população, que reconhece o trabalho que estamos fazendo neste mandato e confia na nossa palavra. Estamos na fase de identificação das principais demandas do povo da cidade e dos povoados, para que eu possa – em parceria com as prefeituras municipais – buscar os investimentos exigidos para melhorar a vida das pessoas”, afirmou Juscelino.
Este será o segundo evento de lançamento promovido pelo deputado federal. No fim de semana passado, o democrata já havia realizado atividade semelhante na cidade de Santa Inês, na Região do Pindaré, com a presença de milhares de pessoas.
Os prefeitos Vianey Bringel (Santa Inês), Dulcinha (Satubinha), Rodrigo Oliveira (Olho d’Água das Cunhãs), Maninho (Alto Alegre), Chico Eduardo (Brejo de Areia), Antônio França (Pedreiras), Alexandre Lavepel (Conceição do Lago-Açu), Camyla Jansen (Cajari), Erlânio Xavier (Igarapé Grande) e Luanna Bringel (Vitorino Freire) foram algumas das lideranças políticas que participaram do encontro na cidade de Santa Inês.
Pedreiras
No sábado (11), haverá outro grande evento de lançamento de candidatura do deputado Juscelino Filho destinado à região do Médio Mearim. A cidade de Pedreiras será o palco do ato, que reunirá amigos, companheiros, aliados, militantes e correligionários de vários municípios dessa região do estado do Maranhão. O encontro vai ocorrer no Global Eventos a partir das 17h.
O governador Flávio Dino explicou a jornalistas, na noite de hoje, a decisão “frágil e estranha juridicamente” da juíza de Coroatá, Anelise Nogueira Reginato, sobre a sua suposta inelegibilidade. Ele ainda tranquilizou seus eleitores afirmando que disputará as eleições e registrará a candidatura à reeleição amanhã no TRE. Veja o vídeo:
A estreita relação da magistrada, que diz se sentir em casa na segunda casa de José Sarney – a TV Mirante – explica muita coisa sobre a atabalhoada decisão proferida por ela.
A juíza Anelise Reginato, que determinou a inelegibilidade do governador Flávio Dino, apagou há pouco sua conta no Facebook após o Blog do Clodoaldo Correa ter publicado o print de uma publicação em que a magistrada em 2012 estava no sistema Mirante de Comunicação e disse se sentir em casa na TV de Sarney.
No dia 7 de setembro de 2012, a juíza fez check in na rede social após passagem na TV. “Nada como se sentir em casa, bem à vontade, sem chinelo… ah…”, diz a juíza na postagem.
Anelise Reginato é casada com Márcio Fontenele, filho do radialista Herbert Fontenele, falecido em 2015 e ex-funcionário por muitos anos do Sistema Mirante, empresa de propriedade da família Sarney.
A Mirante tenta diariamente, e de forma sistemática, criar reportagens que desgastem o nome do governador Flávio Dino, de modo, a tentar eleger a ex-governadora Roseana, que detém boa o poder de boa parte da empresa de comunicação.
Conta de Analise fora do ar no Facebook logo após a imprensa maranhense descobrir suas relações com a família Sarney…
Curiosamente, a filha de Sarney tinha como principal secretário de seu governo Ricardo Murad (cunhado de Roseana), casado com a ex-prefeita de Coroatá Teresa Murad, que perdeu as eleições em 2016 e moveu ação contra Flávio Dino que foi acolhida por quem? Exatamente, pela juíza eleitoral de Coroatá!
A decisão gerou uma série de especulações. Para especialistas em Direito Eleitoral, a decisão é improcedente, uma vez que a Lei da Ficha Limpa define que só serão considerados inelegíveis políticos condenados em órgão judicial colegiado, e a decisão de Anelise foi proferida em primeira instância.
A sentença faz parte de um velho joguete político adotado pelo clã Sarney: o tapetão. As suspeitas foram endossadas com o surgimento de indícios que põem em xeque a imparcialidade da magistrada.
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), manifestou-se, em suas redes sociais, sobre a falsa notícia, disparada hoje por adversários, de que estaria fora das eleições 2018. Confira:
Deputado Rogério Cafeteria desmasarou o que chamou de fake news…
Em nítidos sinais de desespero, após gritar aos quatro cantos que o vice-governador Carlos Brandão (PRB) está inelegível, a oligarquia Sarney agora inventou uma infundada inelegibilidade ao governador Flávio Dino (PCdoB).
A tentativa de “tapetão” diz respeito à decisão de uma juíza eleitoral de Coroatá, território político da família Murad, que determinou a inelegibilidade do governador Flávio Dino e do pré-candidato a deputado federal Márcio Jerry, além da cassação do mandato do prefeito de Coroatá, Luís da Amovelar Filho e do seu vice.
O problema é que a decisão da juíza é de primeira instância, e a Lei da Ficha Limpa é categórica ao definir que só serão considerados inelegíveis políticos condenados em órgão judicial colegiado, ou seja, em segunda instância.
O deputado estadual e líder do governo na Assembleia, Rogério Cafeteira (DEM), usou as redes sociais para condenar a manobra orquestrada pelo clã Murad. “A juíza pode ‘declarar’ o que quiser, só não tem poder para tornar candidato inelegível, até porque essa condenação teria que passar por um órgão colegiado ou transitado em julgado, vide a Lei Complementar 135/2010… Portanto, isso não é um FATO e sim mais uma FAKE!”
O radialista e jornalista Roberto Fernandes, apresentador do programa Ponto Final, da rádio Mirante AM, perdeu a cabeça com uma ouvinte que questionou a veracidade das informações que a rádio da família Sarney vem disseminando durante o período pré-eleitoral.
O radialista não tolerou ser contrariado ao vivo e mandou desligar a ligação da ouvinte. Antes disso, Roberto Fernandes chamou a espectadora de “mentirosa” e “assessora de governo”, classificando os comentários dela de “sem-vergonhice”.
A ouvinte telefonou para o estúdio da Mirante AM para criticar a falta de verdade nos comentários do radialista sobre o atendimento no Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (PROCON/MA).
“Eu sempre acompanho a Rádio Mirante, tem uma programação muito boa pela manhã, mas ultimamente eu tenho notado que a rádio vem passando informações que não condizem com a realidade. Vocês tão falando aqui do Procon e o Procon sempre resolveu os meus problemas e os da minha família quando a gente solicitou”, criticou.
Desespero
A Rádio Mirante AM integra o conglomerado de veículos de comunicação de propriedade da família Sarney. A dois meses da eleição, além de fazerem a defesa aberta da candidatura de Roseana Sarney (PMDB) ao governo, os jornalistas do grupo Mirante vêm pegando pesado nos ataques ao governador Flávio Dino (PCdoB), candidato à reeleição, líder nas pesquisas e principal adversário do grupo político liderado pelo oligarca José Sarney.
Senador Edison Lobão (PMDB), coleciona denúncias no bojo da Operação Lava Jato…
Colecionador de denúncias no bojo da Operação Lava Jato, o Senador Edison Lobão (PMDB) parece não querer largar o osso. Com 82 anos anos, Lobão teve o nome homologado em Convenção do seu partido para disputar mais uma vez mandato de oito anos como Senador da Republica.
O peemedebista soma 24 anos de Senado pelo Maranhão e não quer parar. Aliado a vida toda da família Sarney, Lobão é alvo de uma ‘renca’ de denúncias de malfeitorias com dinheiro do povo.
Entre as tantas, é apontado como recebedor de propina. E segundo levantamento do site Congresso em Foco, contra Lobão existem diversos inquéritos na Justiça. Acompanhe alguns:
– Coleção de escândalos:
1 (Ilhas Cayman) – A Procuradoria-Geral da República solicitou ao Supremo Tribunal Federal que envie à primeira instância o inquérito que apura se o senador Edson Lobão (MDB) é sócio-oculto de uma empresa mantida nas Ilhas Cayman. No pedido enviado ao ministro Luís Roberto Barroso, a PGR alega que os crimes foram cometidos antes do mandato parlamentar e solicita que o caso seja enviado à 10ª Vara Federal Criminal de São Paulo, especializada em lavagem de dinheiro. Segundo a PGR, a entrada do político neste tipo de negociata teria ocorrido por causa da atuação dele como ministro de Minas e Energia, entre 2011 e 2015, para obter vantagens ilícitas por meio da captação de recursos junto a fundos de investimentos controlados pelo governo. Um relatório feito no ano passado (2017) revelou diversas reuniões feitas pelo senador, envolvendo a empresa Diamond.
2 (Belo Monte)- Relatório da Polícia Federal aponta indícios de que Lobão foi beneficiado com desvios na obra da usina hidrelétrica de Belo Monte (PA). Investigado em inquérito da Lava Jato no STF, os agentes apontam suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por parte de Lobão e do senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Também há indícios dos mesmos crimes por parte do filho de Lobão, Márcio Lobão, que teria atuado como operador da propina. Ex-diretor da Andrade Gutierrez disse em delação, que Lobão pediu R$ 500 mil em propina. Metade do dinheiro foi entregue, mas Márcio Lobão teria reclamado que “faltavam R$ 10 mil” do montante.
3 (Postalis) – A Polícia Federal deflagrou em fevereiro deste ano ação para esclarecer suposta atuação de uma organização criminosa especializada no desvio de recursos previdenciários do Postalis (Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos), fundo de pensão dos funcionários dos Correios. Segundo a Polícia Federal, a má gestão dos recursos e os desvios investigados, gerou déficit de aproximadamente R$ 6 bilhões. A operação pode atingir em cheio o ex-presidente do Postalis, Alexej Predtechensky, indicado para o cargo por Edison Lobão. A operação Lava Jato já teve, em uma de suas fases, como um dos alvos Márcio Lobão, filho do senador, que foi sócio de Alexej entre 1994 e 2009, numa loja de revenda de carros: a Prestige Auto Importadora de Carros Ltda. O estabelecimento funcionava em Brasília.
4 ( Sérgio Machado) – O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou em seu acordo de delação premiada que foi pressionado a pagar a “maior propina do PMDB” ao então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Segundo Machado, a exigência foi feita por Lobão por causa da condição de ministro e porque a Transpetro estava vinculada ao ministério que ele comandava. Em relação a Edison Lobão, Machado afirmou que, “na qualidade de Ministro, [Lobão] queria receber a maior propina mensal paga aos membros do PMDB”. Segundo o delator, Lobão pediu R$ 500 mil por mês, mas Machado disse que só tinha condições de pagar R$ 300 mil.
(Receber propina no Rio) – O ex-ministro orientou, segundo o delator, a forma, o local e o destinatário do dinheiro desviado de contratos da Transpetro. “Que Lobão disse ao depoente que queria receber esse recurso em dinheiro e no Rio de Janeiro, frisando que só poderia ser no Rio de Janeiro e que o elo era seu filho, Márcio Lobão”, diz trecho da delação. Ao todo, segundo o delator, o ex-ministro Edison Lobão recebeu R$ 24 milhões em propina, dos quais R$ 2,7 milhões foram pagos por meio de doações oficiais da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão em 2010 e em 2012. Machado também disse que as doações, em geral, eram feitas para o diretório nacional do PMDB, e não para o candidato, ou ao diretório do partido no Maranhão, mas sempre “carimbadas”, ou seja, destinadas a Lobão.
5 (Lista da Odebrecht) – O senador Edison Lobão (PMDB-MA) é suspeito de receber R$ 5,5 milhões para interferir em obras do Projeto Madeira. A acusação aparece em inquérito autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. A PGR fez o pedido com base nas delações dos ex-executivos da Odebrecht. Segundo depoimento de Henrique Serrano do Prado Valladares, Lobão, que consta na lista da Odebrecht com o apelido de “Esquálido”, recebeu o pagamento em espécie, entregue na casa de seu filho. O dinheiro teria sido entregue para que ele interferisse junto ao governo federal para anulação da adjudicação da obra referente à Usina Hidrelétrica de Jirau.
6 (J&F) – O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou abertura de um inquérito para investigar se houve repasses de cerca de R$ 40 milhões da J&F a políticos do MDB durante a campanha eleitoral de 2014. Relator da Lava Jato no Supremo, Fachin autorizou a abertura do inquérito atendendo a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), apresentado em abril. Nos depoimentos, Sérgio Machado disse ter chegado ao conhecimento dele que a JBS, empresa do grupo J&F, faria doações à bancada do MDB do Senado em 2014 no valor de R$ 40 milhões, a pedido do PT. Ainda de acordo com o delator seriam beneficiados com a doação os senadores o Senador Lobão e mais a cúpula nacional do PMDB.
– Do advogado Carlos Sérgio Barros, especialistas em direito eleitoral, nesta quarta-feira (08) sobre as especulações em torno de uma infundada inelegibilidade do vice-governador, Carlos Brandão (PRB).
Catulé, no entanto, deixa claro sua reiterada admiração e respeito pelo ex-governador do Maranhão, mas não o apoiará mais para o Senado vez que foi “destituído” da suplência pelo candidato ao governo Roberto Rocha (PSDB). “A decisão do novo direcionamento não coube a ele [Zé] e sim à cúpula do partido.”, diz o ex-pré-candidato a primeiro suplente.
– NOTA
Zé Reinaldo e Catulé Jr, parceria que não existe mais em Caxias…
“Em respeito às pessoas que gostam, torcem e me apoiaram nessa caminhada rumo à primeira suplência do então pré-candidato Zé Reinaldo, venho a público fazer algumas considerações.
Embora tenha havido o convite do ex-governador Zé Reinaldo Tavares para que nós integrássemos à chapa, convite este feito ao grupo político do prefeito Fábio Gentil, a cúpula partidária do PSDB, usando de critérios muito próprios, definiu outro direcionamento em relação ao assunto.
Baseado nesses critérios, resolveram nos oferecer a segunda suplência. Entendemos que Caxias, pela sua importância e referência no Estado do Maranhão, não poderia ser tratada de uma forma diferente daquela que havia sido combinada, e por essa razão resolvemos declinar da indicação.
Apesar do ocorrido, continuamos tranquilos, unidos ao grupo do prefeito Fábio Gentil, torcendo pelo ex-governador Zé Reinaldo, a quem aproveito a oportunidade para reiterar toda a minha admiração e respeito, visto que a decisão do novo direcionamento não coube a ele e sim à cúpula do partido.
Como sempre digo, continuarei tocando a minha vida defendendo as bandeiras que acredito, com a alma pura e o coração leve.
Nas últimas cinco eleições o ex-deputado estadual esteve como coordenador geral de campanha de algum candidato, assim como agora em 2018 que ocupa a chefia maior das articulações de Roberto Rocha ao governo do Maranhão.
Coordenador de campanha, Clodomir Paz ditou as regras no palanque da Convenção de Roberto Rocha…
Quem esteve presente na Convenção do PSDB no último sábado (04), percebeu que o coordenador geral da campanha do senador Roberto Rocha ao governo é o ex-deputado estadual Clodomir Ferreira Paz.
O marido da deputado estadual Graça Paz, de prancheta na mão, era quem ditava a ordem de fala dos filiados. Clodomir sempre no centro do palco recebia as orientações de Rocha e passava adiante as coordenadas, ao final do ato tucano na Batuque Brasil, coube exatamente a Paz anunciar a homologação das candidaturas.
Os números de Clodomir como coordenador de campanhas eleitorais não são favoráveis. O tucano coleciona seguidas derrotadas: Três na Capital, 2008, 2012 e 2016, somadas a mais duas para o governo do Estado, em 2010 e 2014.
2008 – O então secretário de Projetos Especiais do governo Roseana Sarney, hoje assessor especial do senador Roberto Rocha, coordenou a própria campanha municipal nas eleições de 2008 e, ao abrir das urnas, passou um vexame, surgiram apenas 9% dos votos para o candidato do então prefeito Tadeu ao Palácio La Ravardière.
2010 – Na eleição seguinte, Paz foi o coordenador geral da campanha do ex-governador Jackson Lago (In memoriam) ao Palácio dos Leões. O pedetista ficou apenas em terceiro lugar com 19,54% dos votos. Na ocasião, Roseana Sarney foi reconduzida para o cargo de governadora ainda no primeiro turno, com 50,08% dos votos.
2012 – Na eleição municipal seguinte, Clodomir Paz, que tinha passado um ‘verão’ como Secretário Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) no governo do prefeito João Castelo, tornou-se o coordenador geral da reeleição do tucano. Resultado: Edivaldo Holanda Júnior (PTC) venceu a eleição e somou a terceira derrota do esposo da deputada estadual Graça Paz.
2014 – Ainda com o rótulo de articulador político, Clodomir assumiu a coordenação geral de campanha de Edinho Lobão (PMDB) na disputa estadual passada e prometia vencer o pleito eleitoral a qualquer custo. Quando as urnas abriram Flávio Dino, do PCdoB, estraçalhou o candidato da família Sarney com 1.877.064 votos (63.52%).
2016 – A última vítima de Paz foi o deputado estadual Welligton do Curso. Indicado por Rocha para ser o coordenador da campanha do parlamentar à prefeitura de São Luís, Clodomir tomou a frente das articulações eleitorais e o resultado foi apenas uma terceira posição para Welligton que tirou 19.80% dos votos válidos. O segundo turno vencido pelo reeleito Edivaldo teve Eduardo Braide na disputa.
A sexta derrota de Clodomir, portanto se aproxima, agora em 2018, no comando da campanha do senador Roberto Rocha. É só questão de tempo…