12
nov

Anunciado o alargamento da Jerônimo de Albuquerque, da Cohab até o Angelim

A Avenida Jerônimo de Albuquerque, em todo o trecho que vai da Cohab até o elevado da Cohama, é um dos trajetos que concentra o maior fluxo de veículos, sobretudo em horários de pico. Isso resulta em congestionamentos diários, tanto para quem segue em direção ao Vinhais, quanto para quem faz o caminho contrário.

Governo anuncia alargamento da Jerônimo de Albuquerque para fluidez do trânsito no Angelim.

Para ajudar a resolver o problema, o Governo do Maranhão iniciará, ainda este mês, as obras de alargamento de via na região entre o túnel da Cohab e a entrada de acesso ao bairro Angelim.

O projeto será executado pela Agência Executiva Metropolitana (AGEM) e compreende uma área de 500 metros. No trecho serão realizados serviços de terraplanagem, drenagem, pavimentação, bem como construção de meio-fio e sarjeta.

“É uma obra de extrema necessidade para a Jerônimo de Albuquerque, que é uma das avenidas que possui maior trânsito de veículos e pedestres da capital”, explica o presidente da AGEM, Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

12
nov

Flávio Dino publica decreto pela Escola com Liberdade e Sem censura

No decreto, assinado pelo governador, o ambiente escolar deve ser um espaço onde todos os professores, estudantes e funcionários sejam livres para expressar seus pensamentos e opiniões

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou nesta segunda-feira (12) a edição de um Decreto garantindo às Escolas estaduais “a liberdade e sem censura”, com base no artigo 206 da Constituição Federal.

Segundo o decreto, o ensino estadual será ministrado com base nos princípios de igualdade de condições para o acesso e permanência, liberdade de aprender e ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber com pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, conforme determina a Constituição.

Em declaração no Twitter, o governador destacou que o projeto Escola Sem Partido que tramita no Congresso Nacional “tem servido para encobrir propósitos autoritários, incompatíveis com a nossa Constituição e com uma educação digna”.

No decreto, assinado pelo governador, o ambiente escolar deve ser um espaço onde todos os professores, estudantes e funcionários sejam livres para expressar seus pensamentos e opiniões. E ressalta a necessidade das escolas promoverem uma campanha de divulgação do artigo 206 da Constituição como princípios previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e que seja vedado no ambiente escolar “o cerceamento de opiniões mediante violência ou ameaça”.

Ainda segundo o decreto estadual, é liberado ao professor, funcionário ou aluno filmar ou gravar vídeos e áudios e demais atividades de ensino, somente com o consentimento ou autorização de quem será filmado ou gravado.

Investir em educação tem sido uma das marcas do governo Flávio Dino em todas as regiões maranhenses. A implantação de projetos como o Escola Digna, Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), Núcleo de Educação e a construção de novas escolas de ensino regulares nos municípios, tem dado um salto positivo no mapa da educação.

12
nov

Obras do Complexo Deodoro estão em fase final

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior cumpriu agenda de trabalho na manhã do ultimo domingo (11) vistoriando, com o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão, Maurício Itapary, os serviços de requalificação realizados na região do Centro pelo órgão federal em parceria com a Prefeitura de São Luís.

Na ocasião, constataram que as obras no Complexo Deodoro – que compreende as praças Deodoro, Pantheon e as alamedas Silva Maia e Gomes de Castro – estão em fase de finalização. Já na Rua Grande, os serviços seguem conforme o cronograma, já estando pronta 60% da requalificação proposta para a principal via de comércio da capital.

“Esta é a maior obra dos últimos 30 anos que se realiza na área do Centro, com a parceria Iphan e Prefeitura, que vai reordenar o espaço e entregar à população locais totalmente renovados.Ver essa obra avançando e em pleno andamento nos deixa satisfeitos e felizes. Sobretudo por esta importante união de forças que vêm somar aos investimentos realizados pela Prefeitura, para a revitalização do Centro Histórico da cidade e para que a população possa usufruir de um espaço com toda infraestrutura e conforto”, disse o prefeito Edivaldo que estava acompanhado da primeira-dama Camila Holanda e do presidente do Instituto Municipal da Paisagem Urbana (IMPUR), Fábio Henrique Carvalho.

Na Rua do Passeio foi iniciado o serviço de terraplanagem no trecho que sai desta para a Rua Grande. Toda a pavimentação asfáltica foi removida e feito o nivelamento da via para que futuramente receba a novo pavimento, que será de bloquete intertravado.

No local é executada a colocação de brita para reforçar o pavimento em bloquete. Este serviço segue da Rua do Passeio até o cruzamento da Rua Rio Branco e Rua do Sol. Com isso, será feita a comunicação da Praça do Pantheon e alamedas com a Deodoro.

Prossegue ainda o serviço de pavimentação da Rua Rio Branco, que fará comunicação da intervenção da Rua Grande e Complexo Deodoro. Na Rua Grande, estão concluídos os serviços da primeira, segunda e terceira quadras.

As equipes trabalham na quarta quadra com a pavimentação em placas de concreto e em seguida, iniciam serviços de execução da pista de rolagem. Na quinta quadra, são concluídos serviços de instalação e regularização de caixas elétricas, para após iniciar instalação de canaletas, pavimentação com granitos e pisos de bloquete intertravado,

Na sexta quadra foram retirados paralelepípedos para realização de serviços de água e esgoto.

12
nov

Detalhes sobre o assassinato do prefeito de Davinópolis, Ivanildo Paiva

– Sequestro

O prefeito de Davinópolis (oeste do Maranhão), Ivanildo Paiva (PRB), foi assassinado na madrugada deste domingo (11). Paiva foi vítima de sequestro quando estava em sua chácara no povoado Jussara, no distrito de Davinópolis. O corpo de Ivanildo foi encontrado a 2 km de sua Fazenda. Já o carro do prefeito foi encontrado abandonado na BR-010, ao lado da mata do 50 BIS, em Imperatriz.

– Delegado Praxísteles 

“O exame de necropsia ainda vai ser finalizado, mas a princípio seria em torno de seis a sete disparos. Tinha pequenas manchas de sangue no quarto, mas algo bem discreto. Os móveis não estavam revirados, mas pode até ter havido luta corporal. Tinha sinais de que houve certa resistência. Vamos tentar conhecer um pouco da história da vítima nos últimos dias, nos últimos meses, para traçar uma linha mais definida para a investigação”. Delegado Praxísteles Martins, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em Imperatriz, à frente das investigações.

– Reforço nas investigações 

Delegado em São Luís, Jeffrey Furtado, foi designado pela SSP-MA para também investigar o caso…

A secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) enviou o experiente delegado Jeffrey de Paula Furtado (trazido de helicóptero do CTA) para também reforçar as investigações que devem tão logo elucidar o assassinato do prefeito de Davinópolis. Além dos dois delegados, existe uma Força Tarefa da SSP-MA formada por um grupo de investigadores acompanhando as investigações.

– Homicídio mercenário

O delegado Regional, Eduardo Galvão, outro que acompanha o caso, afirmou que a morte de Ivanildo Paiva apresenta características de um homicídio mercenário, com participação de um mandante e um executor, o que torna a ação metodicamente planejada. Eduardo Galvão disse também que aconteceu uma luta corporal antes do prefeito ser executado e que durante o crime houve a participação de mais de uma pessoa na ação criminosa.

– Luta corporal

“Houve luta corporal no interior da residência porque há manchas de sangue. Ter conseguido retirar ele do local. Ele foi morto provavelmente onde o corpo foi encontrado. Foi amarrado até o local. Então um único homem não o faria, mas também não descartamos a possibilidade de que esse suposto mandante tivesse na própria ação no momento em que foi perpetrada”. Disse o delegado Regional, Eduardo Galvão.

– Tudo minuciosamente planejado

O delegado ainda revelou que o assassinato de Ivanildo Paiva foi planejado. “Mas que foi um crime metodicamente planejado nós não temos a menor dúvida pela distância, pelo horário. A pessoa provavelmente esteve mais cedo no local, traçou a rota de fuga por onde sairia para onde executaria o prefeito. Então foi um crime planejado, um crime que teve todo um preparo para ocorrer”.

– Nota do Governo 

Em nota, o Governo do Maranhão manifestou pesar pela morte do prefeito de Davinópolis e informou que vai tomar as providências cabíveis para elucidação do crime. “O Governo do Maranhão manifesta profundo pesar pela morte do prefeito Ivanildo Paiva, de Davinópolis. Ao tempo que repudia o assassinato, informa que todas as providências estão sendo adotadas para elucidar o covarde assassinato, trabalhando para identificar autor/autores para que seja feita justiça. Toda solidariedade a familiares e amigos do prefeito Ivanildo Paiva nesse momento de dor e justa indignação.”

– Lava Jato assume a prefeitura 

Com a morte do prefeito Ivanildo Paiva Barbosa, o vice-prefeito Rubem Lava Jato (PCdoB) assumirá o cargo. O vice prefeito, José Rubem Firmino, popular Rubem Lava Jato é natural da cidade de Teofilandia BA. Ele emitiu nota de pesar pela morte do prefeito Ivanildo Paiva, segundo o jornalista Antônio Filho.” É com imenso pesar recebemos a notícia do falecimento do prefeito de Davinópolis, Ivanildo Paiva. Esperamos que o crime seja solucionado e que os responsáveis sejam punidos conforme a Lei.”, diz a nota assinada por Rubem Lava Jato e Família.

– Nota da FAMEM

A Federação dos Municípios do Estado do Maranhão- FAMEM, também emitiu nota lamentando a morte do prefeito e cobrando rápida elucidação. “O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão- FAMEM, prefeito Cleomar Tema, vem, através desta, lamentar a morte do prefeito da cidade de Davinópolis, Ivanildo Paiva, assim como solidarizar – se com a família enlutada. Repudiamos o ato de violência ao qual o gestor foi vitima, juntamente com um funcionário seu. E ratificamos o compromisso de reivindicar veementemente, perante as autoridades competentes, a elucidação deste crime bárbaro.”

– Celular do prefeito encontrado 

O celular que pertencia a Ivanildo Paiva é uma das peças principais do quebra-cabeça, para chegar ate os assassinos, o celular foi encontrado por volta das 10 hrs deste domingo (11) as margens da BR 010 em frente a sede da Coca-Cola por familiares do prefeito. Não se sabe se o celular do prefeito caiu do bolso dele no trajeto da Fazenda até o local onde o corpo foi encontrado ou se os assassinos se desfizeram do objeto. De certo mesmo que o aparelho foi encontrado por meio do rastreador do iPhone (Apple).

– Veículo prata

Na fazenda de propriedade do prefeito (povoado Jussara), existem duas residencias, uma sede da fazenda e outra um pouco afastada, esta pertencente a um morador da fazenda. Uma das pessoas da casa relatou à polícia que conversou com dois homens no período da tarde do sábado (10), segundo o morador da propriedade, os homens estavam em um veículo prata e pegaram informações sobre a fazenda. Ainda segundo a testemunha, eles teriam procurado pelo proprietário do imóvel que ainda não tinha chegado.

– Usaram uma corda

Ainda na manhã de domingo (11), moradores da casa que fica na Fazenda foram até a sede da propriedade e encontraram a casa bagunçada, sem a presença do gestor davinopolitano decidiram procurá-lo, nas busca encontraram uma corda. A suspeita é que Ivanildo Paiva foi colocado ainda em vida na sua própria caminhonete.

– Primeiras pistas 

Com as informações que possui, a polícia busca identificar por meio de câmeras o possível trajeto dos autores do crime, entre Davinópolis a Imperatriz. Após perícia foram encontradas pequenas manchas de sangue e sinais de resistência da vítima em seu quarto na Fazenda. Todas as pessoas que tinham alguma relação com o prefeito morto serão ouvidas para que a polícia possa identificar a linha de investigação sobre o caso.

– Linha de investigação

A polícia não descarta nenhuma linha de investigação. O caso pode ser desde crime político por encomenda até situações envolvendo dívida ou vingança.

Prefeito Ivanildo Paiva era aliado político do governador Flávio Dino.

– Latrocínio descartado

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) periciou o local do crime e o corpo do prefeito. Segundo a polícia, o prefeito foi assassinado por arma de fogo. A hipótese de latrocínio está descartada.

– Lugar de descanso

Segundo as investigações, na sexta-feira (9) o prefeito informou à família que iria dormir na chácara, onde ele costumava ir para descansar. “Ele foi sozinho para a chácara e depois desapareceu. Pelas informações, ele aparentemente não foi morto onde foi encontrado, mas morto em algum local e transportado na caminhonete, ou morto na caminhonete e transportado até o local. No local, ele foi encontrado sem camisa, de bermuda, e com tiro no peito”, informou o delegado Eduardo Galvão.

– Velório 

O corpo de Ivanildo Paiva está sendo velado desde a noite de domingo (11) na residência da família em Davinópolis. O sepultamento está previsto para ocorrer às 17h no Cemitério Campo da Saudade na cidade de Imperatriz.

– Segurança não foi morto

Ao contrário do que diversos blogs publicaram, o segurança do prefeito não foi morto junto com o gestor municipal. Na verdade, ele não estava com Paiva no momento do homicídio.

11
nov

Maranhão possui mais de 100 obras educacionais em andamento

Construção do Núcleo de Educação Integral de Açailândia.

Investir em educação tem sido uma das marcas do Governo Flávio Dino em todas as regiões maranhenses. A implantação de projetos como o Escola Digna, Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), Núcleo de Educação e a construção de novas escolas de ensino regulares nos municípios, tem dado um salto positivo no mapa da educação no Estado.

O Governo do Maranhão, através da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) já investiu mais de R$ 312 milhões e está trabalhando em 115 projetos de obras educacionais, entre serviços de construção, reforma e ampliação em 77 cidades, presente assim em todas as regiões do Maranhão.

“Isso mostra o comprometimento do governador Flávio Dino em desenvolver o nosso Estado. Essa é verdadeira transformação, mudar a realidade educacional, proporcionar uma estrutura com qualidade para alunos e professores tem sido o nosso primeiro passo. Além disso, as obras têm gerado emprego e colaborado com a economia de cada município”, diz Clayton Noleto, Secretário de Estado da Infraestrutura.

Núcleo de Educação Integral 

Criados pelo Governo do Estado, os Núcleos de Educação Integral fazem parte do mapa de obras educacionais, tendo sete unidades com serviços em andamento. As estruturas são pensadas para ofertar aulas além do que já é oferecido pelo ensino regular. Desse modo, os alunos passam a desenvolver pesquisas laboratoriais, atividades artísticas, reforço escolar entre outras ações.

Em Açailândia, na região Sul do Estado, por exemplo, após a conclusão das obras o núcleo terá um espaço amplo e estruturado, composto por salas de descanso, de professores, grêmio, matemática, multifuncional, recursos audiovisuais, artes idiomas, artes marciais, biblioteca, informática, laboratórios de Física; Matemática; Robótica; Química; Biologia, quadra poliesportiva, auditório, vestiário, quatro salas temáticas, secretaria, coordenação, ambulatório, almoxarifado e pátio.

Os moradores da cidade estão animados com a ação. “Essa é a melhor coisa que já aconteceu em Açailândia. Os nossos jovens vão ganhar mais suporte para a educação e de quebra nosso bairro vai ser mais valorizado, os imóveis. Tudo melhora e todos ganham com um investimento desse”, finalizou a dona de casa Luzenir Pereira.

Além da criação dos Núcleos, o Governo do Estado mantém uma linha de atuação para a construção, ampliação e reforma de prédios escolares. No total, são 30 obras de novos espaços que em breve estarão sendo utilizados pela comunidade escolar em diversas cidades maranhenses.

IEMA

Para estimular o ensino, a pesquisa e a formação técnica, os IEMAs têm avançado a cada dia no Estado. O Governo do Estado tem investido R$ 200 milhões em 18 projetos que estão com obras em andamento.

Em Presidente Dutra, mais de 50 profissionais trabalham para finalizar os serviços. Raimundo Alves, mestre de obras, destaca como a obra tem impacto positivo na vida econômica e social dos moradores da região. “Estamos trabalhando com muito empenho, são mais de 50 pessoas executando o projeto. Uma obra como essa já começa a trazer benefício desde o início da construção, pois tem gerado emprego e renda para muitas famílias da região” destaca.

O IEMA é a primeira escola pública do Estado a ter o selo das Escolas Associadas da Unesco. Em todo o Estado, o Governo já implantou 25 prédios, entre Unidades Plenas e Vocacionais.

Escola Digna 

A parceria entre a Sinfra e a Secretaria de Educação (Seduc) garantiu avanços na substituição das escolas de taipa por novas estruturas totalmente projetadas para atender as necessidades de cada comunidade escolar. O mês de novembro ganhou novos serviços em andamento e as equipes atualmente seguem trabalhando em quarenta cidades, com a construção de mais sessenta e duas escolas.

A última entrega aconteceu em Riachão, onde a cidade recebeu o prédio totalmente renovado da Escola Municipal Santa Genoveva, em substituição ao antigo prédio de alvenaria, mas, que funcionava em condições insalubres. Já a população do povoado Pedra Furada, na cidade de Formosa da Serra Negra, recebeu a nova unidade da Escola Municipal Santa Dionísia.

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão avalia o programa e reforça que as obras têm avançado e mudado a vida da comunidade escolar do Maranhão. “O programa Escola Digna, do Governo do Estado, continua avançando em locais que necessitam de um prédio escolar digno e de qualidade para. A meta do governador Flávio Dino é garantir educação de qualidade a todos os maranhenses, ” reforçou.

As duas escolas estavam com espaços em péssimas condições e foram substituídos por uma estrutura adequada e segura para alunos e professores, com salas de aula, ventiladores, banheiros adaptados, biblioteca, sala de informática e salas administrativas. O Programa Escola Digna já entregou mais de 800 unidades em todo o Estado.

11
nov

Prefeito da região tocantina é encontrado morto em sua fazenda

O celular foi encontrado próximo ao 50° BIS

O prefeito da cidade de Davinópolis, Ivanildo Paiva (PRB), foi assassinado na manhã deste domingo (11). As primeiras informações afirmam que Ivanildo teria sido sequestrado na noite deste sábado (10), em sua chácara, no povoado Jussara, zona rural da cidade.

De acordo com a Polícia Militar, o corpo do político foi encontrado junto do seu segurança, que não foi identificado. O prefeito estava em companhia de seus segurança e todos foram levados em sua caminhonete, que mais tarde foi localizada com manchas de sangue, nas proximidades do 50 BIS em Imperatriz.

O corpo do prefeito foi localizado por volta das 9h no povoado Mata Grande.

As primeiras informações apuradas pelo 14° BPM, já foram repassadas à Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoas. Ainda não há informações sobre a causa da morte. Equipes do Instituto Médico Legal (IML) e da Polícia Civil também foram encaminhadas para realizar perícias e iniciar as investigações sobre o caso.

Filho assassinado em 2008

Ivanildo Paiva de Barbosa Júnior, filho do então prefeito foi morto por policiais militares em Imperatriz.

Ivanildo Júnior desapareceu na madrugada de 13 de setembro daquele ano. O estudante, então com 19 anos, voltava de uma festa realizada no Parque de Exposições de Imperatriz.

Após deixar amigas em casa, a vítima teria sido abordada pelos então PMs Smailly Araújo Carvalho da Silva e Antônio Ribeiro Abreu, quando foi transportado no porta-malas do carro até a Estrada do Arroz. No local, foi espancado e morto com um tiro na nuca disparado por Abreu. O corpo do estudante foi encontrado oito dias depois, enterrado em uma cova rasa.

Os policiais foram condenados a mais de 20 anos de prisão.

10
nov

Sampaio Corrêa está oficialmente rebaixado para série C

Mesmo sem ainda ter entrado em campo nesta rodada, a antepenúltima da Série B, o Sampaio Correa, representante maranhense na competição, amargou um novo rebaixamento.

O CRB conseguiu, mesmo jogando em Santa Catarina, empatar com o Criciúma em 3×3. O CRB é o primeiro time fora da zona de rebaixamento e abriu agora dez pontos para o time maranhense, o penúltimo na disputa.

Como o Sampaio só tem três jogos a disputar e consequentemente somar nove pontos, o Sampaio amarga o segundo rebaixamento da Série B em apenas três anos. O time caiu em 2016, conseguiu subir em 2017 e voltou a cair agora em 2018.

Desta forma, o futebol maranhense ficará sem representantes nas duas principais séries do Campeonato Brasileiro A e B. Já na Série C, além do Sampaio que desceu da B, o time do Imperatriz que subiu da D, serão os representantes do futebol maranhense.

Na Série D também serão dois representantes, o Moto Club, atual campeão maranhense, e uma equipe que sairá de um seletivo que será iniciado neste fim de semana.

Agora é torcer que 2019 seja um bom ano para as equipes maranhenses.

10
nov

Flávio Dino avalia como será relação com Bolsonaro

Governador Flávio Dino concede entrevista ao Le Monde

Le Monde – Reeleito para seu segundo mandato como governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) analisa as perspectivas políticas para os próximos anos, as relações de sua região, onde a esquerda saiu vitoriosa, com o futuro governo e as dinâmicas da corrida eleitoral. “Se o programa de Guedes tivesse sido apresentado, Bolsonaro perderia a eleição”.

Se Jair Bolsonaro se identifica com Pinochet e Paulo Guedes promete aplicar uma agenda econômica semelhante ao que o ditador chileno fez no país andino, o governador do Maranhão Flávio Dino, 50 anos, tem como referência o ex-presidente chileno Salvador Allende — um marxista declarado que chegou ao poder pelo voto democrático.

Nascido na capital São Luís, Dino acredita que foi a Greve da Meia Passagem — popular movimento estudantil maranhense de 1979, brutalmente reprimido pela polícia — um dos principais fatores que o levou para a política. “Eu tinha onze anos e assisti tudo da minha janela, vi passeatas, policiais batendo em estudantes, bombas de gás lacrimogêneo. A greve ‘abriu minha cabeça’. Simultaneamente tivemos a campanha da anistia, meu pai tinha sido cassado em abril 1964, ele era deputado estadual. Eu tenho o telegrama do comando do exército determinando a cassação dele por ser comunista, e ele nem era (risos). Mas naquela época, assim como nos dias de hoje, tudo que era contestador era classificado como comunismo”, afirma o governador.

Formado em direito na Universidade Federal do Maranhão, advogou para uma série de sindicatos, e aos 25 anos passou no concurso para juiz federal, coincidentemente o mesmo em que Sérgio Moro foi aprovado. Abandonou a magistratura 13 anos depois para entrar na política. “Quando considerei que havia uma transição a ser feita no Maranhão do modelo oligárquico para uma sociedade mais aberta, pluralista, livre, resolvi me engajar nessa causa me filiando a um partido político (PCdoB), me elegi deputado federal e disputei três vezes o governo do estado, 2010, 2014, 2018, perdi a primeira e ganhei as outras duas”, explica.

Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, o primeiro governador da história do Partido Comunista do Brasil prevê uma crise política em 2019 por acreditar que durante a corrida eleitoral a dupla Bolsonaro/Guedes ocultou a agenda econômica que pretendem implementar. Ciente de que a esquerda precisa se reorganizar, defende a criação de uma frente ampla baseada na experiência da esquerda portuguesa, além de afirmar que existem interesses internacionais que operam na desestabilização para que o Brasil não se torne uma potência mundial.

Você é conhecido por militar desde cedo, inclusive no DCE da UFMA. Como era atuar no movimento estudantil numa época em que existiam no mundo, com clareza, dois sistemas políticos…

É, eu sou da época pré-queda do muro de Berlim (risos). Nós nos situávamos de modo geral, e ainda hoje, no campo da esquerda. Havia um debate muito intenso sobre modelos de socialismo, porque naquele período tínhamos a União Soviética, China, Cuba… Havia uma discussão na militância política sobre os modelos na estruturação de uma nova sociedade. Mas, de modo geral, um sentimento anticapitalista, de que o capitalismo não é o final da história, que não é o modelo definitivo por ser concentrador de riqueza e excludente em relação à maioria da população.

Hoje o senhor prefere ser classificado como socialista ou comunista?

Pra mim, hoje, é a mesma coisa. Acho que foi superada aquela visão segundo a qual haveria uma sociedade sem estado, que iria caracterizar o comunismo como uma espécie de etapa superior do socialismo, em que a sociedade seria tão perfeita, tão utopicamente perfeita, que como não haveria classes sociais e injustiças, sequer haveria estado. Isso hoje é inexeqüível pela própria complexidade da sociedade, então pra mim hoje são termos sinônimos.

Mas no mundo de hoje ainda existe espaço para as utopias?

Sem as utopias ninguém vive. Temos que ter os pés na realidade, mas o olhar no horizonte. E as utopias estão no horizonte. Se você ficar preso no aqui e no agora, nas coisas tais quais ela são, você renunciou a vida. Então, temos que estar sempre sonhando, projetando, imaginando, mesmo coisas que da sua vida familiar, pessoal, profissional ou política sejam aparentemente irrealizáveis. Sempre temos que estar olhando para o horizonte, e a utopia é decisivo para que mantenhamos a pulsação existencial na direção transformadora. É claro que isso não deve gerar ansiedade ou agonia, mas precisamos de uma referência, de algo melhor. No meu caso, de que o mundo para ser bom tem que ser bom para todo mundo. Eu sei que gerações e gerações se passarão até que nós tenhamos uma sociedade efetivamente justa, mas eu acredito nisso e luto por isso, é minha utopia, é o que me impulsiona, que me faz todos os dias acordar e trabalhar muito. E acredito que nós temos que colocar um tijolinho na construção dessa utopia.

O que te levou a abandonar a carreira de juiz federal para entrar na política?

A magistratura tem que buscar a isenção, você não pode ser parte de conflitos, pelo menos essa é minha concepção – um e outro, agora, andaram alterando esses cânones. Mas, na minha visão, um juiz tem que ter um comportamento, no máximo quanto possível, que o legitime como arbitro imparcial dos conflitos alheios. Nesse sentido, um juiz não pode exercer com plenitude suas paixões, porque se não ele vai quebrar essa legitimação derivada de uma isenção e imparcialidade. E eu sou muito intenso nas coisas que eu faço, e considerava que havia uma antinomia entre os deveres do cargo de juiz com essa intensidade com que eu procuro fazer as cosias. Associado a isso, existia um limite profissional, porque na maioria das vezes, um juiz de primeira instância trata de casos individuais, de pessoas determinadas, e busca fazer justiça naquele caso, enquanto na política você está lidando, normalmente, com os interesses de milhares ou milhões de pessoas. Quando eu proferia uma sentença, por exemplo, em favor de um estudante ter acesso a educação, eu fazia justiça para uma pessoa. Quando eu construo uma escola, eu estou fazendo justiça para milhares de estudantes.

Eu gostava muito de ser juiz, e posso, inclusive, voltar a fazer com o maior prazer, mas considerava que naquele momento da minha vida, aos 38 anos, e considerando o que estava acontecendo no Maranhão, a desagregação do sistema oligárquico e a necessidade de construir algo novo, fiz a opção mais dura, porém mais congruente com meu jeito de ser e forma de agir.

A esquerda proporcionou avanços no começo desse século, mas o retrocesso foi muito rápido. Porque o Brasil parece estar eternamente condenado a ser um país do futuro?

Muito provavelmente porque não rompemos com características históricas que aprisionam o Brasil. Nós fizemos uma abolição da escravatura que manteve o racismo como algo estruturante da sociedade. Em certo sentido, o capitalismo foi implantado no Século XIX, mas mantendo a mentalidade da casa grande e da senzala. Superamos o regime militar, mas ao mesmo tempo mantivemos a impunidade dos torturadores. Eu te diria que são essas coisas do passado que nos escravizam até hoje, e nos impedem de conseguirmos caminhar para uma sociedade mais igualitária. Enquanto não enfrentarmos esses esqueletos do armário, ficaremos condenados o tempo todo a isso que você diz, essa agonia do eterno retorno. Essas transições imperfeitas ao longo da história fazem com que tenhamos muito retrocessos, exatamente por não completarmos a tarefa de superar esses demônios, sobretudo os demônios da escravidão negra, do passado colonial, da mentalidade de senhores de escravo, de casa grande e senzala, da naturalização da desigualdade, do sofrimento físico visto por alguns como legítimo para o exercício do poder, mediante, por exemplo, a tortura.

Agora um candidato venceu as eleições para presidente sem explicar muito sua agenda, simplesmente com o slogan de ser “contra tudo isso que está aí”, o que parece ser incoerente…

E neste caso ele é profundamente parte disso que estou falando. Todo esse legado, toda essa herança, está impregnado na candidatura dele, mas do que em qualquer outra pessoa.

Muito se diz sobre a reorganização da esquerda. Na sua opinião, como reinventar a esquerda brasileira e qual o papel dela nesse novo cenário que se desenha?

Em primeiro lugar, em relação ao governo Bolsonaro, eu não tenho nenhuma dúvida de que o lugar certo é na oposição. Uma oposição democrática, claro, respeitando o resultado das urnas, porém oposição. O segundo aspecto: é preciso, nesse instante, redescobrir a força e a organização das classes populares, porque são elas que podem ancorar profundamente um processo de mudança social num sentido de combate a desigualdade. Quando olhamos o resultado da eleição presidencial vemos claramente uma clivagem de classes entre o voto do Haddad e do Bolsonaro. Acho que isso é um sinal muito poderoso para a esquerda de onde está sua vertente principal de construção. As classes populares que tem maior interesse na superação da desigualdade, embora a superação da desigualdade obscena que o Brasil tem seja de interesse de todos.

Apesar desse interesse as classes populares ajudaram a eleger um candidato que terá como Ministro da Economia Paulo Guedes e agenda muito semelhante ao que foi o governo Pinochet no Chile. Você já disse em mais de uma oportunidade que prevê uma crise política em 2019. O que você espera dessa eventual crise e como olhar para o futuro com otimismo?

Eu sempre me refugio naquela fórmula gramsciana de “pessimismo na teoria, otimismo na ação”. Ou seja, você tem que ter criticidade na abordagem dos temas, porém acreditar que novas conjunturas se colocam. Apesar do aqui e o agora ser muito difícil e complexo, nós podemos transformar e devemos lutar para transformar. Porque eu imagino que haverá crise? O campo vitorioso, em primeiro lugar, não foi claro em relação ao seu programa de governo, por uma razão simples: se o programa da dupla Bolsonaro/Guedes tivesse sido apresentado ele teria perdido a eleição.

No momento em que esse programa vier à luz, a parte das pessoas que votaram em Bolsonaro acreditando que ele era antissistema irá ver que na verdade ele é uma engrenagem do mesmo sistema de sempre de dominação e de concentração de riqueza na mão de uma minoria. As privatizações propostas por eles vão fazer com que direitos sejam submetidos à lógica do mercado. A idéia da reforma da previdência de Paulo Guedes e Bolsonaro é o mesmo sistema que o Pinochet aplicou no Chile, em que cada um contribui para sua própria aposentadoria. Ou seja, quem mais tem contribui mais e vai ter uma aposentadoria melhor. Quem menos tem vai contribuir pouco e terá uma aposentadoria menor. Isso quebra o laço de solidariedade que é inerente ao conceito de previdência social que está na constituição de 1988, em que toda sociedade contribui para aqueles mais frágeis em razão de sua idade ou infortúnios possam usufruir de um final de vida digno. Então há um inhame de solidariedade que é rompido pelo regime de capitalização, e, ao introduzir esse modelo, os mais ricos deixam de ajudar os mais pobres e por isso a concentração de riqueza continua. A previdência deles é um modelo que tem tudo haver com esse sistema a favor da casa grande. E por isso eu antevejo uma crise política, porque na medida em que isso vier à luz, vai haver frustração de largas parcelas da sociedade, e imagino uma conjuntura muito parecida com o governo Collor, que no prazo de um ano ele já havia erodido praticamente toda sua popularidade.

Como a agenda econômica de Guedes/Bolsonaro deve impactar nos estados do Nordeste, sobretudo o Maranhão, governado por um comunista, onde o futuro presidente prometeu “varrer do estado”?

Só o voto popular do povo do Maranhão pode varrer o Partido Comunista do estado. Bolsonaro não é o “dono da vassoura”, quem é o “dono da vassoura” é sua excelência, o povo. E aí, só em 2022. Então, essa hipótese realmente não existe no contexto democrático.

O que eu espero, obviamente, é que seja possível discutir pautas de interesse da Federação e pautas de interesse do Nordeste. Como disse, a oposição é um exercício legítimo do estado democrático de direito. Não impede, é claro, que naquilo que disser respeito ao desenvolvimento regional, haja debate. Espero que o Nordeste seja preservado no que tem de mais importante para a estruturação de políticas de desenvolvimento. Me refiro, por exemplo, a obras de modo geral, ao Banco do Nordeste, a transferência constitucional de recursos para nacionais, que são devidos ao Nordeste não por benemerência, mas por uma correção de desigualdades históricas, regionais. Então, nós estamos reivindicando a manutenção de políticas de desenvolvimento regional que estão na constituição de 1988, e que são devidas em razão da má formação do federalismo brasileiro que fez com que o eixo mais dinâmico da economia brasileira durante períodos pretéritos sugasse energias das outras regiões do país. Então, nós queremos igualdade e chances de oportunidades. Por isso, defendemos as políticas de desenvolvimento regional.

Tenho muito medo de medidas que sejam antissociais. Por exemplo, se uma reforma da previdência selvagem for implementada, nós teremos o sacrifício das aposentadorias dos trabalhadores rurais para o futuro e isso seria um desastre social, eu te diria um genocídio, mas ao mesmo tempo teria um impacto econômico muito negativo nas nossas cidades do nordeste de modo geral, uma vez que a previdência social e aquele sistema de repartição que eu descrevi, é também um vetor de circulação de riqueza da economia local, de sustentação do comércio local. Então, eu gostaria de sublinhar que essas medidas antissociais, elas têm um efeito no beneficiário imediato, em quem deixará de se aposentar por hipótese, mas tem também um efeito dominó sobre as próprias atividades econômicas dessas cidades nordestinas, cujas redes de comércio e serviço dependem em larga medida, por exemplo, da aposentadoria dos trabalhadores rurais.

Se algumas características apresentadas por Guedes/Bolsonaro já nos permitem fazer uma analogia ao governo Pinochet, não é exagero dizer que seu governo no Maranhão se assemelha ao do atípico revolucionário Salvador Allende, que chegou ao poder pelo voto democrático se declarando abertamente um socialista marxista…

Eu tenho um pequeno busto do Salvador Allende na minha sala, inclusive (risos). Eu tenho alguns bustos ao lado dos meus santos. É um dos grandes ídolos que eu tenho. E um dos grandes livros que eu li é “Confesso que vivi”, do Pablo Neruda. Um livro autobiográfico, claro que é a história do Neruda, mas é muito “entrecortado” porque o Neruda foi Senador do Chile no período do Allende, então esse livro tem muito da intensidade daquele período chileno. Salvador Allende é um dos ídolos políticos que eu tenho, sem dúvida.

Lê Monde

10
nov

Usando uniforme da CEMAR, dupla é presa após assaltos em São Luís

Dois homens vestidos com o uniforme da Companhia Energética do Maranhão (Cemar) foram presos nesta sexta-feira (9), em São Luís, após sequestrarem um carro da companhia e depois roubarem uma casa.

De acordo com a polícia, os dois foram identificados como Allysson Coelho Martins e Wanderson Soares Madeira, que usavam o uniforme para entrar com facilidade nas casas.

“Eles já vinham roubando pela cidade com a farda da Cemar e foram encontrados com uma arma de fogo. Eles roubaram o carro perto da UEMA, mas foram presos quando estavam na região do Tibiri”, contou o tenente-coronel Harlan Nascimento, comandante do 21º Batalhão da Polícia Militar.

Após a prisão, os dois foram levados para a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos, no bairro Vila Palmeira. O delegado Fernando Guedes afirmou que eles também utilizaram o veículo pra roubar um estabelecimento comercial e que serão sendo autuados por roubo circunstanciado e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Em nota, a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) informou que está acompanhando as ações das autoridades policiais no sentido de esclarecer o uso e a origem do fardamento utilizado pelos bandidos.

“Na tarde desta sexta-feira (09), um colaborador da empresa Dínamo Engenharia – que presta serviços para a Cemar – foi abordado por bandidos armados no bairro da Maiobinha. O colaborador foi mantido refém e, após, deixado no Residencial Santo Antonio, bairro Maracanã. Os bandidos seguiram com o veículo e o fardamento da Companhia. A Polícia Militar localizou o veículo e os bandidos por meio do rastreador do carro e efetuou a prisão dos assaltantes em um posto na BR 135”, diz a nota.

(Com informações do G1MA)

09
nov

Avançam tratativas para incorporação do PPL ao PCdoB

Os presidentes estaduais do PCdoB e do PPL, Márcio Jerry e Roberto Brandão, respectivamente, se reuniram hoje para tratar do futuro de ambos os partidos. Os dois são membros da executiva nacional das suas legendas e estão participando ativamente da incorporação do PPL ao PCdoB. O objetivo é a superação da cláusula de barreira.

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